Advogado preso na Lava Jato arrendou as emissoras de Paulo Otávio

Preso na operação deflagrada pela Polícia Federal na última quinta-feira (18), o advogado Willer Tomaz de Souza teria vendido influência e cobrado R$ 8 milhões em honorários de Joesley e Wesley Batista, para defender os interesses da JBS, na 10ª Vara Federal Criminal de Brasília, onde tramitam ações referentes à Operação Greenfield. Ele alegava proximidade com o juiz substituto Ricardo Soares Leite. Além de advogado, Willer também virou empresário de mídia. Recentemente, ele arrendou quatro rádios que pertencem ao ex-vice-governador do DF Paulo Octávio. Ele também estava envolvido em um projeto para expandir sua atuação no ramo das comunicações no Maranhão

Preso na operação deflagrada pela Polícia Federal na última quinta-feira (18), o advogado Willer Tomaz de Souza teria vendido influência e cobrado R$ 8 milhões em honorários de Joesley e Wesley Batista, para defender os interesses da JBS, na 10ª Vara Federal Criminal de Brasília, onde tramitam ações referentes à Operação Greenfield. Ele alegava proximidade com o juiz substituto Ricardo Soares Leite. Além de advogado, Willer também virou empresário de mídia. Recentemente, ele arrendou quatro rádios que pertencem ao ex-vice-governador do DF Paulo Octávio. Ele também estava envolvido em um projeto para expandir sua atuação no ramo das comunicações no Maranhão
Preso na operação deflagrada pela Polícia Federal na última quinta-feira (18), o advogado Willer Tomaz de Souza teria vendido influência e cobrado R$ 8 milhões em honorários de Joesley e Wesley Batista, para defender os interesses da JBS, na 10ª Vara Federal Criminal de Brasília, onde tramitam ações referentes à Operação Greenfield. Ele alegava proximidade com o juiz substituto Ricardo Soares Leite. Além de advogado, Willer também virou empresário de mídia. Recentemente, ele arrendou quatro rádios que pertencem ao ex-vice-governador do DF Paulo Octávio. Ele também estava envolvido em um projeto para expandir sua atuação no ramo das comunicações no Maranhão (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - Preso na operação deflagrada pela Polícia Federal nesta última quinta-feira (18), o advogado Willer Tomaz de Souza teria vendido influência e cobrado R$ 8 milhões em honorários de Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, para defender os interesses do grupo. Em delação, Joesley afirmou que o advogado pediu mesada de R$ 50 mil para comprar informações privilegiadas de um procurador integrante da Lava Jato.

De acordo com Joesley, Willer alegava proximidade com o juiz substituto da 10ª Vara Federal Criminal de Brasília Ricardo Soares Leite, onde tramitam ações referentes à Operação Greenfield. O relato de Joesley e de um de seus assessores mais próximos, o advogado Francisco de Assis e Silva, também atinge outro expoente da advocacia brasiliense, o presidente da OAB-DF, Juliano Costa Couto. Segundo Francisco de Assis, Juliano teria intermediado a indicação de Willer para Joesley em troca de um terço dos honorários acertados por Willer. Costa Couto confessou a indicação, mas negou irregularidades.

Em menos de uma década de atuação, Willer acumulou vários clientes, a maioria políticos. Ele começou com uma loja de informática, em Taguatinga, a Willer Informática, aberta em 1999. Também abriu escritório em Vitória (ES).

Willer também foi para o mundo dos negócios e, recentemente, como empresário de mídia. Ele arrendou quatro rádios que pertencem ao ex-vice-governador do DF Paulo Octávio, de quem se aproximou no último ano.

O advogado estaria participando das transações de venda do Sistema Difusora de Comunicação no Maranhão, sendo intermediador de recursos financeiros para a compra do conglomerado. O acerto envolveria o empresário Edson Lobão Filho, suplente e filho do senador e ex-ministro das Minas e Energias (2008 a 2010) Edson Lobão (PMDB-MA), e o deputado federal Weverton Rocha (PDT-MA). Lobão Filho era o dono do grupo e Weverton, que já foi representado na Justiça Eleitoral por Willer, pretendia assumir as empresas. O negócio não foi concluído por pendências judiciais.

Com informações de http://www.metropoles.com

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