AGU cobra R$ 1,6 milhão de sindicatos por danos em protesto contra Temer

A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com ação na Justiça para cobrar das centrais sindicais e dos movimentos sociais o ressarcimento pelos danos causados no Ministério da Agricultura, no último protesto contra Michel Temer e contra as reformas trabalhista e da Previdência, realizado em 24 de maio; são cobrados R$ 1,6 milhão para reparos na infraestrutura do prédio e pelo "prejuízo causado pela interrupção dos serviços da pasta", segundo o órgão

A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com ação na Justiça para cobrar das centrais sindicais e dos movimentos sociais o ressarcimento pelos danos causados no Ministério da Agricultura, no último protesto contra Michel Temer e contra as reformas trabalhista e da Previdência, realizado em 24 de maio; são cobrados R$ 1,6 milhão para reparos na infraestrutura do prédio e pelo "prejuízo causado pela interrupção dos serviços da pasta", segundo o órgão
A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com ação na Justiça para cobrar das centrais sindicais e dos movimentos sociais o ressarcimento pelos danos causados no Ministério da Agricultura, no último protesto contra Michel Temer e contra as reformas trabalhista e da Previdência, realizado em 24 de maio; são cobrados R$ 1,6 milhão para reparos na infraestrutura do prédio e pelo "prejuízo causado pela interrupção dos serviços da pasta", segundo o órgão (Foto: Leonardo Lucena)
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Brasília 247 - A Advocacia-Geral da União (AGU) entrou com ação na Justiça para cobrar das centrais sindicais e dos movimentos sociais o ressarcimento pelos danos causados no Ministério da Agricultura, no último protesto contra Michel Temer e contra as reformas trabalhista e da Previdência, realizado em 24 de maio. São cobrados R$ 1,6 milhão para reparos na infraestrutura do prédio e pelo "prejuízo causado pela interrupção dos serviços da pasta", segundo o órgão. O caso será apreciado pela Justiça Federal no Distrito Federal.

A Força Sindical informou que aguarda a notificação judicial, mas que não concorda com a avaliação da AGU. Segundo o G1, o vice-presidente do sindicato, João Carlos Gonçalves, afirmou que os trabalhadores que viajaram até Brasília vieram para uma manifestação pacífica.

De acordo com a AGU, o fato de não terem sido identificados os manifestantes responsáveis pelos estragos, porque usavam máscaras e camisetas cobrindo o rosto, não justifica a isenção de culpa dos organizadores do protesto. O órgão informou que o valor cobrado pode aumentar quando o levantamento dos prejuízos for concluído.

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