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AGU de Temer tenta quebrar JBS, que denunciou Temer

O governo Temer continua usando seus instrumentos para destruir a J&F, holding dos empresários Joesley e Wesley Batista, que denunciaram o ocupante da presidência da República; ontem, a ministra-chefe da Advocacia-Geral da União, Grace Mendonça, informou, através de sua assessoria, que pretende ajuizar a ação com pedido de indenização pelos danos causados à União, mesmo diante do acordo de leniência fechado pelo grupo com a Procuradoria Geral da República, em que foi pactuada uma multa de R$ 10,3 bilhões

O governo Temer continua usando seus instrumentos para destruir a J&F, holding dos empresários Joesley e Wesley Batista, que denunciaram o ocupante da presidência da República; ontem, a ministra-chefe da Advocacia-Geral da União, Grace Mendonça, informou, através de sua assessoria, que pretende ajuizar a ação com pedido de indenização pelos danos causados à União, mesmo diante do acordo de leniência fechado pelo grupo com a Procuradoria Geral da República, em que foi pactuada uma multa de R$ 10,3 bilhões (Foto: Leonardo Attuch)

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247 – O governo Temer continua usando seus instrumentos para destruir a J&F, holding dos empresários Joesley e Wesley Batista, que denunciaram o ocupante da presidência da República.

"A Advocacia Geral da União (AGU) prepara uma ação judicial de improbidade, com pedido de reparação de danos, contra a holding J&F, devido aos prejuízos causados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A estimativa é que as perdas impostas ao banco de fomento ultrapassaram R$ 850 milhões, conforme investigação em curso na Polícia Federal e no Tribunal de Contas da União (TCU)", informa a jornalista Andréa Jubé, no Valor.

"Ontem, a ministra-chefe da Advocacia-Geral da União, Grace Mendonça, informou, através de sua assessoria, que pretende ajuizar a ação com pedido de indenização pelos danos causados à União, mesmo diante do acordo de leniência fechado pelo grupo com a Procuradoria Geral da República, em que foi pactuada uma multa de R$ 10,3 bilhões, a ser paga em 25 anos. Ao Valor, a assessoria de Grace Mendonça explicou que a ministra verificou, em uma análise preliminar, a presença de "indícios" veementes dos prejuízos causados ao banco público."

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