Alvo da Lava Jato, Renan articula CPI contra o MP

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) articula a criação de uma CPI do Ministério Público Federal (MPF), que pediu a inclusão do parlamentar no rol de investigados na Operação Lava Jato; entre os focos das investigações estariam os encontros entre o procurador-geral da República, Rodrigo Janot (à esq.), e o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), dias antes de a lista ser enviada ao STF; mas o próprio PMDB estaria resistente quanto à instalação da comissão devido à situação delicada vivida pelo senador e por encontros de Janot com vice-presidente da República, Michel Temer, presidente da legenda

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) articula a criação de uma CPI do Ministério Público Federal (MPF), que pediu a inclusão do parlamentar no rol de investigados na Operação Lava Jato; entre os focos das investigações estariam os encontros entre o procurador-geral da República, Rodrigo Janot (à esq.), e o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), dias antes de a lista ser enviada ao STF; mas o próprio PMDB estaria resistente quanto à instalação da comissão devido à situação delicada vivida pelo senador e por encontros de Janot com vice-presidente da República, Michel Temer, presidente da legenda
Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) articula a criação de uma CPI do Ministério Público Federal (MPF), que pediu a inclusão do parlamentar no rol de investigados na Operação Lava Jato; entre os focos das investigações estariam os encontros entre o procurador-geral da República, Rodrigo Janot (à esq.), e o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), dias antes de a lista ser enviada ao STF; mas o próprio PMDB estaria resistente quanto à instalação da comissão devido à situação delicada vivida pelo senador e por encontros de Janot com vice-presidente da República, Michel Temer, presidente da legenda (Foto: Leonardo Lucena)

247 - O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) articula a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Ministério Público Federal (MPF), que pediu a inclusão do parlamentar no rol de investigados na Operação Lava Jato. Entre os focos das investigações estariam os encontros entre o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), dias antes de a lista ser encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF).

No entanto, para que a medida seja colocada em prática, Renan preciso convencer o próprio PMDB. O partido é reticente quanto à criação de uma CPI contra o MPF, segundo o Globo. Dois motivos explicariam o por que de os próprios aliados de Renan serem contrários à "quebra de braço" com o ministério.

O primeiro diz respeito à situação delicada pela qual passa o presidente do Senado. Aliados avaliam que a criação de uma CPI contra o MPF colocaria a opinião pública contra do Congresso Nacional. O segundo motivo é que, entre dezembro do ano passado e este ano, Janot esteve algumas vezes com o vice-presidente da República e presidente da legenda, Michel Temer.

Além de Renan, o PMDB tem seis dos 47 políticos que constam na lista do STF. São eles: os deputados federais Eduardo Cunha (RJ), presidente da Câmara Federal, e Aníbal Gomes; os senadores Edison Lobão (MA), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO); e a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney.

 

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