Ao fazer balanço, Rollemberg defende sua gestão

Em meio à maior crise econômica nacional, o governo do Distrito Federal disse que obteve conquistas que melhoraram a vida da população; o chefe do Executivo enfrentou desgastes; ao adiar o pagamento da terceira parcela do reajuste das 32 categorias do funcionalismo – concedido na gestão passada sem previsão orçamentária —, manteve o salário dos servidores públicos em dia, segundo o governo; também eliminou 4 mil cargos comissionados, reduziu a quantidade de secretarias de 38 para 20, substituiu a frota oficial por veículos mais simples e econômicos e conseguiu quitar mais de R$ 2 bilhões em dívidas com empresas e fornecedores

Em meio à maior crise econômica nacional, o governo do Distrito Federal disse que obteve conquistas que melhoraram a vida da população; o chefe do Executivo enfrentou desgastes; ao adiar o pagamento da terceira parcela do reajuste das 32 categorias do funcionalismo – concedido na gestão passada sem previsão orçamentária —, manteve o salário dos servidores públicos em dia, segundo o governo; também eliminou 4 mil cargos comissionados, reduziu a quantidade de secretarias de 38 para 20, substituiu a frota oficial por veículos mais simples e econômicos e conseguiu quitar mais de R$ 2 bilhões em dívidas com empresas e fornecedores
Em meio à maior crise econômica nacional, o governo do Distrito Federal disse que obteve conquistas que melhoraram a vida da população; o chefe do Executivo enfrentou desgastes; ao adiar o pagamento da terceira parcela do reajuste das 32 categorias do funcionalismo – concedido na gestão passada sem previsão orçamentária —, manteve o salário dos servidores públicos em dia, segundo o governo; também eliminou 4 mil cargos comissionados, reduziu a quantidade de secretarias de 38 para 20, substituiu a frota oficial por veículos mais simples e econômicos e conseguiu quitar mais de R$ 2 bilhões em dívidas com empresas e fornecedores (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - Ao completar mil dias da gestão, o governador Rodrigo Rollemberg fez um balanço dos avanços das políticas públicas no Distrito Federal. Em nome da gestão fiscal, o chefe do Executivo enfrentou desgastes. Ao adiar o pagamento da terceira parcela do reajuste das 32 categorias do funcionalismo – concedido na gestão passada sem previsão orçamentária —, o chefe do executivo conseguiu manter o salário dos servidores públicos em dia, segundo o governo.

Enquadrado acima dos limites toleráveis da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o executivo disse que tratou de cortar na própria carne. Eliminou 4 mil cargos comissionados, reduziu a quantidade de secretarias de 38 para 20, substituiu a frota oficial por veículos mais simples e econômicos e conseguiu quitar mais de R$ 2 bilhões em dívidas com empresas e fornecedores.

"Eu não vou ser conhecido como o governador que quebrou Brasília, mas como aquele que colocou a casa em ordem, governou com responsabilidade e sem corrupção", destacou Rollemberg, durante a interação com internautas.

Investimentos em áreas mais carentes
Com sérias limitações orçamentárias, o governo de Brasília, durante esses dois anos e nove meses, lançou olhares para áreas carentes de infraestrutura.

O Sol Nascente, em Ceilândia, passa por uma transformação. O condomínio recebe, desde 2015, asfalto, redes de águas pluviais e equipamentos públicos diversos.

“É muito gratificante andar pelas ruas do Sol Nascente e perceber que aquelas obras têm levado dignidade aos moradores”, disse Rollemberg.

O Buritizinho é outra região que recebe atenção especial do governo. Lá, as obras de drenagem de águas pluviais e pavimentação já ultrapassam os 80% de execução.

Além disso, quem reside em Vicente Pires convive com menos transtornos provocados pelas chuvas, graças às intervenções que incluem a instalação de 185 quilômetros de redes de águas pluviais e 253 quilômetros de pavimentação.

Bilhete único resulta em economia para os passageiros

Na área de mobilidade, Rodrigo Rollemberg lembrou a recente instituição do Bilhete Único, que permite ao passageiro fazer até três viagens num intervalo de duas horas e pagar apenas o valor de um bilhete. "É uma medida que já tem significado economia para o bolso de milhares de pessoas."

Para os motoristas, a obra de mais impacto é o Trevo de Triagem Norte, composto por pontes, viadutos e túneis. A intervenção vai distribuir o fluxo de veículos com destino ao Plano Piloto, ao Eixão Norte e Sul, à W3, aos Eixinhos Leste e Oeste e à L2.

Somadas às passagens previstas na Ligação Torto-Colorado — construção de uma pista marginal à DF-003 e de novos acessos aos condomínios —, serão 28 intervenções.

*Com assessoria

 

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