Aras defende 'harmonia' entre poderes e recebe visita de Bolsonaro

Procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou nesta segunda-feira, 25, que deve haver harmonia para que a independência entre os poderes não se transforme em caos. PGR vai se manifestar sobre a apreensão de celulares de Jair Bolsonaro e Carlos Bolsonaro

(Brasília - DF, 25/05/2020) Presidente da República Jair Bolsonaro, participa por videoconferência da Solenidade de Posse do Subprocurador-Geral da República Carlos Alberto Vilhena no cargo de Procurador Federal dos Direitos do Cidadão para o biênio 2020-2022.
(Brasília - DF, 25/05/2020) Presidente da República Jair Bolsonaro, participa por videoconferência da Solenidade de Posse do Subprocurador-Geral da República Carlos Alberto Vilhena no cargo de Procurador Federal dos Direitos do Cidadão para o biênio 2020-2022. (Foto: Marcos Corrêa/PR)
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247 - O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou nesta segunda-feira, 25, que deve haver harmonia para que a independência não se transforme em caos.

Durante a posse do subprocurador-geral da República Carlos Alberto Vilhena no cargo de procurador federal dos Direitos do Cidadão, Aras defendeu a "igualdade de todos perante a lei".

"República Federativa do Brasil, constituída em Estado Democrático de Direito, e com isso, todos os interesses sociais que nos cabe zelar. Como entes autônomos, com independência. Mas, acima de tudo, com harmonia para que a independência não se transforme no caos", disse Aras. 

"Porque é a harmonia que mantém o tecido social forte, unido em torno dos valores supremos da nação", completou o procurador-geral da República.

Jair Bolsonaro participava por videoconferência do ato, mas se convidou para ir à sede da Procuradoria-Geral da República (PGR), onde esteve com Aras durante cerca de 10 minutos.

Bolsonaro é alvo de um inquérito pedido pela PGR, que investiga as denúncias de interferência na Polícia Federal, feitas pelo ex-ministro Sérgio Moro. Na visão de Aras, oito delitos podem ter sido cometidos. Ele vai se manifestar sobre a apreensão de celulares de Jair Bolsonaro e Carlos Bolsonaro.

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