Aras diz que Lava Jato tem dados de 38 mil pessoas

Em live do grupo Prerrogativas, o procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou que o acervo de dados da força-tarefa é maior que o acervo de todo o Ministério Público Federal e contém informações de 38 mil pessoas. Segundo Aras, o arquivo da operação tem 350 terabites e o do sistema MPF, 40 terabites

Procurador-geral da República, Augusto Aras, durante a sessão plenária. (11/03/2020)
Procurador-geral da República, Augusto Aras, durante a sessão plenária. (11/03/2020) (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)
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247 - O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou que a operação Lava Jato é uma ‘caixa de segredos’ e que o volume de dados armazenados pela força-tarefa é gigantesco. Ele disse: “ninguém sabe como [esses nomes] foram escolhidos, quais foram os critérios.”

Aras ainda argumentou que 50 mil documentos estão "invisíveis à corregedoria-geral" do MPF. O PGR, no entanto, não disse quem estaria ocultando os documentos. 

A entrevista ao grupo Prerrogativas durou mais de 2 horas e a transmissão terminou às 21h11.

Segundo a reportagem do portal Uol, “Aras também criticou a força-tarefa da Lava Jato em São Paulo. Segundo ele, a equipe paulista construiu "uma metodologia de distribuição [de processos] personalizada em que membros escolhem os processos que querem".

A matéria ainda destaca que “pela constituição brasileira, o Procurador-Geral da República é o detentor da atribuição de denunciar criminalmente o presidente da República. Perguntado pelo criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, se Aras seria favorável a uma mudança na lei para que, na ausência ou impossibilidade de o PGR oferecer denúncia contra o presidente, um conselho de três ou cinco subprocuradores analisassem a possibilidade, Aras foi taxativo. Segundo o PGR, essa possibilidade não existe.”

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