Aumento real para rodoviários do DF é ‘muito difícil’, diz secretário

O secretário de Mobilidade do Distrito Federal, Fábio Damasceno, afirmou ser "muito difícil" conceder o aumento acima da inflação, como pedem os rodoviários; a categoria entrou em greve em busca de um reajuste cerca de 10% nos salários e recebeu um aumento de 4% em julho, para cobrir a inflação; "Não acho que é impossível, mas é muito difícil. Temos um problema econômico nacional e isso reflete no custo do sistema", disse o titular da pasta

O secretário de Mobilidade do Distrito Federal, Fábio Damasceno, afirmou ser "muito difícil" conceder o aumento acima da inflação, como pedem os rodoviários; a categoria entrou em greve em busca de um reajuste cerca de 10% nos salários e recebeu um aumento de 4% em julho, para cobrir a inflação; "Não acho que é impossível, mas é muito difícil. Temos um problema econômico nacional e isso reflete no custo do sistema", disse o titular da pasta
O secretário de Mobilidade do Distrito Federal, Fábio Damasceno, afirmou ser "muito difícil" conceder o aumento acima da inflação, como pedem os rodoviários; a categoria entrou em greve em busca de um reajuste cerca de 10% nos salários e recebeu um aumento de 4% em julho, para cobrir a inflação; "Não acho que é impossível, mas é muito difícil. Temos um problema econômico nacional e isso reflete no custo do sistema", disse o titular da pasta (Foto: Leonardo Lucena)
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Brasília 247 - O secretário de Mobilidade do Distrito Federal, Fábio Damasceno, afirmou nesta terça-feira (29) ser "muito difícil" conceder o aumento acima da inflação, como pedem os rodoviários. A categoria entrou em greve nesta segunda-feira (28) em busca de um reajuste cerca de 10% nos salários e recebeu um aumento de 4% em julho, para cobrir a inflação.

"Não acho que é impossível, mas é muito difícil. Temos um problema econômico nacional e isso reflete no custo do sistema", disse ele durante entrevista ao G1. "Então estamos em um processo de austeridade do governo. Já mostramos qual a realidade do governo, das finanças, e o que precisamos fazer para preservar os empregos", complementou.

O titular da pasta negou que o protesto da categoria tenha a ver com a pressão das empresas para reajustar as tarifas, mas afirmou que houve excesso da categoria durante o protesto. "O mínimo de bom senso tem que acontecer nesses procedimentos. O que não pode ocorrer são atos abusivos, desproporcionais que foi o que aconteceu na segunda. De forma abrupta, você simplesmente faz uma paralisação sem respeitar nenhum critério de legislação."

 

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