BRT deve começar a operar até junho, diz governo

Segundo o jornal Correio Braziliense, novo sistema prevê a passagem de ônibus articulados pelo Eixão Sul. Em testes, a mudança resultou em atraso de 4 minutos na viagem. Na Rodoviária, uma subestação de vidro será construída, mudando o cenário tombado 

Segundo o jornal Correio Braziliense, novo sistema prevê a passagem de ônibus articulados pelo Eixão Sul. Em testes, a mudança resultou em atraso de 4 minutos na viagem. Na Rodoviária, uma subestação de vidro será construída, mudando o cenário tombado 
Segundo o jornal Correio Braziliense, novo sistema prevê a passagem de ônibus articulados pelo Eixão Sul. Em testes, a mudança resultou em atraso de 4 minutos na viagem. Na Rodoviária, uma subestação de vidro será construída, mudando o cenário tombado  (Foto: Aquiles Lins)
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Brasília 247 - O novo modelo de transporte urbano do Distrito Federal mudará o cenário na área central de Brasília. Motoristas passarão a conviver com ônibus no Eixão, e a plataforma inferior da Rodoviária do Plano Piloto terá uma subestação de vidro para abrigar os passageiros que vão embarcar no Bus Rapid Transit (BRT).

Segundo o jornal Correio Braziliense, a estrutura terá capacidade para receber até 3 mil pessoas simultaneamente. As baias de parada dos veículos voltadas para a Torre de TV foram modificadas para receber os ônibus maiores e permitir as manobras de acesso e saída.

A Secretaria de Transportes poderá, ainda, implementar a faixa exclusiva para os ônibus articulados expressos do BRT no trajeto entre a Rodoviária e o viaduto Camargo Corrêa, no horário de pico. Eles começarão a circular pela rodovia a partir da segunda quinzena de março. Mas os testes com os veículos convencionais terão início em seis dias. A decisão sobre a faixa só será tomada após a chamada operação branca, com duração de 20 a 30 dias.

Conforme o jornal, o governo chegou a pensar na possibilidade de adotar a faixa presidencial para a circulação dos veículos articulados e garantir, assim, mais agilidade. A opção, no entanto, acabou descartada após a avaliação da Embarq, uma ONG especializada em soluções de mobilidade urbana e segurança no transporte público com sede em diferentes nações. “A Embarq avaliou que o risco para os passageiros e demais usuários da via seria muito grande. Se um motorista de ônibus se sentisse mal e perdesse o controle, o veículo bateria em outros, em sentido contrário, e seria uma tragédia”, afirmou o secretário de Transportes, José Walter Vazquez Filho.

 

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