Cachoeira recebe nova ordem de prisão

Justiça do Distrito Federal decretou a preventiva do contraventor e de mais dois membros da quadrilha, o contador Giovani Pereira da Silva, e o braço direito Gleyb Ferreira da Cruz; somente Giovani continua foragido; Cachoeira está preso na Papuda graças a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal

Brasília 247 – A Operação Saint Michel, deflagrada no dia 25 de abril, apresenta mais um resultado. O Núcleo de Combate às Organizações Criminosas do Ministério Público no DF pediu a prisão preventiva de Carlinhos Cachoeira, Gleyb Ferreira da Cruz, braço direito do líder da quadrilha, e Giovani Pereira da Silva, contador do contraventor.

Cachoeira foi preso no dia 29 de fevereiro pela Operação Monte Carlo da Polícia Federal. Com esta última preventiva, caso a prisão pela Monte Carlo seja de revogada, o contraventor continuará preso graças a denúncia do MP. Os dias reclusos de Cachoeira serão abatido na pena, caso haja condenação em algum dos processos, explicou o promotor Diaulas Ribeiro. Gleyb Ferreira compartilha da mesma situação.

O pedido de prisão foi resultado da denúncia protocolada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios na última quarta-feira 9. Foram acusado de formação de quadrilha e tráfico de influência Carlinhos Cachoeira, Gleyb Ferreira da Cruz, braço direito de Cachoeira, Giovani Pereira da Silva, contador da quadrilha, Valdir dos Reis, ex-servidor do GDF, Cláudio Abreu, ex-coordenador da Delta para o Centro-Oeste, Heraldo Puccini Neto, diretor da Delta em São Paulo, Dagmar Alves Duarte, apontado como lobista e Wesley Clayton da Silva, vereador do PMDB em Anápolis (GO).

Somente Giovani, permanece em liberdade. Gleyb foi preso durante a operação Monte Carlo e os outros acusados durante a Saint Michel.

Com informação do Correio Braziliense.

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