Cartel para obras no DF surgiu na eleição de 2006, afirma delator da Andrade

Em delação premiada, o ex-diretor da Andrade Gutierrez Rodrigo Lopes afirmou que um cartel de empreiteiras existia em Brasília, pelo menos, desde 2006, o que, segundo ele, envolveu o pagamento de uma propina de R$ 500 mil à campanha de José Roberto Arruda (PR); o delator disse que o recurso era entregue a Márcio Machado (PSDB), responsável pela coordenação da campanha de Arruda ao executivo; depois ele atuou como Secretário de Obras do DF

Em delação premiada, o ex-diretor da Andrade Gutierrez Rodrigo Lopes afirmou que um cartel de empreiteiras existia em Brasília, pelo menos, desde 2006, o que, segundo ele, envolveu o pagamento de uma propina de R$ 500 mil à campanha de José Roberto Arruda (PR); o delator disse que o recurso era entregue a Márcio Machado (PSDB), responsável pela coordenação da campanha de Arruda ao executivo; depois ele atuou como Secretário de Obras do DF
Em delação premiada, o ex-diretor da Andrade Gutierrez Rodrigo Lopes afirmou que um cartel de empreiteiras existia em Brasília, pelo menos, desde 2006, o que, segundo ele, envolveu o pagamento de uma propina de R$ 500 mil à campanha de José Roberto Arruda (PR); o delator disse que o recurso era entregue a Márcio Machado (PSDB), responsável pela coordenação da campanha de Arruda ao executivo; depois ele atuou como Secretário de Obras do DF (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - Em delação premiada, o ex-diretor da Andrade Gutierrez Rodrigo Lopes afirmou que um cartel de empreiteiras existia em Brasília, pelo menos, desde 2006, o que, segundo ele, envolveu o pagamento de uma propina de R$ 500 mil à campanha de José Roberto Arruda (PR).

O delator disse que o recurso era entregue a Márcio Machado (PSDB), responsável pela coordenação da campanha de Arruda ao executivo e, em seguida, atuou como Secretário de Obras do DF. De acordo com o depoimento, em 2007, com Arruda no governo e o cartel "estabelecido", Machado cobrava 5% em cada contrato firmado com as empreiteiras, segundo o depoimento.

De acordo com a delação de Rodrigo Lopes, pelo menos 12 empreiteiras participaram da organização de mercado, incluindo a Andrade; Além do Expresso DF, a empreiteira foi responsável pela construção do estádio Mané Garrincha – o mais caro da Copa do Mundo, com estimativa de custos entre R$ 1,2 e R$ 1,9 bilhão.

A Polícia Federal prendeu na semana passada dez pessoas durante a operação Panathenaico, deflagrada em parceria com o Ministério Público Federal. Os detidos são suspeitos de irregularidades em obras no Distrito Federal. A lista inclui os ex-governadores José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz (PT), o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB) e o dono da Via Engenharia, Fernando Márcio Queiroz.

O ex-secretário Márcio Machado informou ao G1 que não tinha conhecimento das denúncias.

 

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