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Ceilândia: Rollemberg recua e se explica no face

Governador Rodrigo Rollemberg pretendia criar uma nova administração na Ceilândia, uma das maiores cidades-satélite do Distrito Federal, mas recuou após a reação negativa de lideranças locais; "Considerando a reação de moradores e de entidades representativas à proposta, que foi feita pensando em melhorar a gestão na Ceilândia, o governo informa que manterá na cidade apenas uma administração regional", disse ele; "O governo sempre levará em conta a opinião da população, desde que manifestada de modo legítimo e no debate franco e aberto"

Governador Rodrigo Rollemberg pretendia criar uma nova administração na Ceilândia, uma das maiores cidades-satélite do Distrito Federal, mas recuou após a reação negativa de lideranças locais; "Considerando a reação de moradores e de entidades representativas à proposta, que foi feita pensando em melhorar a gestão na Ceilândia, o governo informa que manterá na cidade apenas uma administração regional", disse ele; "O governo sempre levará em conta a opinião da população, desde que manifestada de modo legítimo e no debate franco e aberto" (Foto: Leonardo Attuch)

Brasília 247 - O governador Rodrigo Rollemberg, que pretendia criar uma nova administração regional na Ceilânda, recuou e explicou sua nova posição num post em sua página no Facebook. Leia abaixo:

Ao propor a criação de mais uma administração regional na Ceilândia, o governo do Distrito Federal pensou em dar mais eficiência à gestão, tendo em vista a população de mais de 400 mil pessoas e a extensão do território, que inclui o Sol Nascente e o Por do Sol. A existência de duas administrações não significaria, obviamente, que seriam duas cidades, pois "cidade" e "administração regional" não são conceitos que necessariamente têm dependência um do outro. A Ceilândia continuaria sendo uma só cidade, com duas administrações regionais. 

A crítica à proposta é legítima, mas é um equívoco lamentável atribuir a proposta a interesses políticos, num raciocínio típico dos que ainda se apegam aos velhos métodos de governar.

Considerando a reação de moradores e de entidades representativas à proposta, que foi feita pensando em melhorar a gestão na Ceilândia, o governo informa que manterá na cidade apenas uma administração regional. O governo sempre levará em conta a opinião da população, desde que manifestada de modo legítimo e no debate franco e aberto.