Centrais fazem ato contra o governo Bolsonaro: 'redução do auxílio é um crime'

Segundo o presidente da Central Única dos Trabalhadores, Sérgio Nobre, "a redução do auxílio emergencial é um crime porque o Brasil, oitava economia do planeta tem dinheiro, sim, para socorrer o povo brasileiro". Além da CUT, participaram do ato entidades como Contag, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSB, MST e frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. Veja mais

Presidente da CUT, Sérgio Nobre
Presidente da CUT, Sérgio Nobre (Foto: Divulgação)
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247 - Centrais sindicais fizeram nesta quarta-feira (26) manifestações, em Brasília (DF), contra o mau gerenciamento da pandemia do coronavírus pelo governo Jair Bolsonaro e em defesa de políticas geração de emprego, renda e distribuição da riqueza. Também criticaram a redução do auxílio emergencial, que neste ano chega a apenas cerca de metade daqueles que receberam no ano passado, e com valores de R$ 150 a R$ 375, contra os R$ 600 determinados pelo Congresso no ano passado.

De acordo com o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Sérgio Nobre, "a redução do auxílio emergencial é um crime porque o Brasil, oitava economia do planeta tem dinheiro, sim, para socorrer o povo brasileiro".

O sindicalista destacou que objetivo dos manifestantes foi "chamar a atenção para a questão da fome, da carestia". "Famílias inteiras estão dormindo nas calçadas. Isso tinha acabado e não esperávamos que essa situação voltasse – pessoas, crianças, pedindo auxilio nos faróis e supermercados", disse o dirigente.

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Segundo o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Aristides Veras dos Santos, disse que o ato foi "por R$ 600, contra a fome, contra a miséria, contra a pobreza e para que o Congresso Nacional encaminhe pautas que interessam ao povo".

A presidente do PT, deputada Federal Gleisi Hoffmann, considerou fundamental a luta das centrais e movimentos sociais para que o povo brasileiro "saia da miséria". "É fundamental lutarmos para que o povo saia da miséria, a fome não cresça e para defendermos a vida com a vacina”, disse Gleisi.

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Além da CUT e da Contag, o protesto contou com participação das seguintes entidades: Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSB, Intersindical, Pública, CSP-Conlutas, CGTB, MST e das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, realizado em Brasília na manhã desta quarta-feira (26). 

O ato antecedeu a entrega da Agenda Legislativa das Centrais Sindicais para a Classe Trabalhadora à presidência da Câmara dos Deputados e do Senado.

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*Com informações da CUT

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