Chefe do Exército pede confiança na hierarquia e que soldados tenham cautela com informações na internet

A fala ocorre no contexto dos atos de 7 de setembro, em que bolsonaristas saíram às ruas em manifestações para atacar as instituições da República e diversos militares mostraram adesão às pautas bolsonaristas. Segundo o general Paulo Sérgio Nogueiro, o Exército “continua firme no cumprimento de suas missões constitucionais”

Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira
Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira (Foto: Divulgação)
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247 - O comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueiro, afirmou, nesta sexta-feira, 17, que a Força “continua firme no cumprimento de suas missões constitucionais” e falou que os soldados precisam ter cautela com informações recebidas nas redes sociais, informou a Folha de S.Paulo.

A fala ocorre no contexto dos atos de 7 de setembro, em que bolsonaristas saíram às ruas em manifestações para atacar as instituições da República e diversos militares mostraram adesão às pautas bolsonaristas.

“O Exército não para, e continua firme no cumprimento de suas missões constitucionais. É um trabalho diário e silencioso de cerca de 220 mil militares, homens e mulheres, que honram suas fardas e produzem os resultados percebidos por toda a sociedade”, afirmou Paulo Sérgio em pronunciamento nas redes sociais - seu primeiro após as manifestações bolsonaristas.

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Ele destacou que é preciso “muita cautela com o que circula nas mídias sociais. Analisem com critério e façam a correta interpretação das informações que acessam ou recebem”.

“Mas, principalmente, confiem ainda mais em seus comandantes e chefes, em todos os escalões hierárquicos. Eles estão investidos de autoridade e responsabilidade para transmitir a vocês a melhor, mais ética e profissional leitura dos acontecimentos, além de orientá-los no correto caminho a seguir para o cumprimento do dever”, afirmou, revelando uma certa crise na instituição militar, conforme ficou claro após o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello ir a manifestação política, de forma ilegal, e não ser punido pelas Forças Armadas.

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