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Chinaglia: 'Câmara não pode submergir com julgamentos'

"Não podemos deixar a Câmara submergida por eventuais julgamentos de deputados. Mas o Conselho de Ética vai fazer o seu trabalho. Sobre CPI, eu não sei o que a operação Lava Jato descobriu na sua totalidade. A Polícia Federal e o Ministério Público vêm agindo e, pelo que até o momento foi noticiado, fizeram um trabalho de fôlego. CPI precisa de um fato determinado", diz o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), que defende prudência em relação ao caso Lava Jato

17/12/2014- Brasília- DF, Brasil- Lançamento da candidatura do deputado Arlindo Chinaglia à presidência da Câmara. Foto: Zeca Ribeiro/ Câmara dos Deputados (Foto: Leonardo Attuch)

247 - O deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), que concorre à presidência da Câmara dos Deputados, defende uma postura mais cautelosa em relação às denúncias da Operação Lava Jato.

"Não podemos deixar a Câmara submergida por eventuais julgamentos de deputados. Mas o Conselho de Ética vai fazer o seu trabalho", disse ele (leia aqui a íntegra).

"Sobre CPI, eu não sei o que a operação Lava Jato descobriu na sua totalidade. A Polícia Federal e o Ministério Público vêm agindo e, pelo que até o momento foi noticiado, fizeram um trabalho de fôlego. CPI precisa de um fato determinado. Eu acho estranho propor uma CPI se nós nem sabemos o que vem de lá. Mas, se cumprir com o fato determinado e tiver as assinaturas conferidas, instala-se a CPI."

Ele também afirmou que o governo federal, no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, pecou na relação com os aliados no Congresso.