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Com 20% dos eleitores, Agnelo defende voto nulo

O governador Agnelo Queiroz (PT) ficou de fora do segundo turno das eleições para o governo do Distrito Federal, mas não pretende utilizar seu capital eleitoral para apoiar um dos dois finalistas na votação do próximo domingo. Com mais de 300 mil votos, 20% do eleitorado local, Agnelo defende o voto nulo e afirma que nem Rodrigo Rollemberg (PSB), nem Jofran Frejat (PR) têm condições de governar

O governador Agnelo Queiroz (PT) ficou de fora do segundo turno das eleições para o governo do Distrito Federal, mas não pretende utilizar seu capital eleitoral para apoiar um dos dois finalistas na votação do próximo domingo. Com mais de 300 mil votos, 20% do eleitorado local, Agnelo defende o voto nulo e afirma que nem Rodrigo Rollemberg (PSB), nem Jofran Frejat (PR) têm condições de governar (Foto: Leonardo Araújo)

Brasília 247 - O governador Agnelo Queiroz (PT) ficou de fora do segundo turno das eleições para o governo do Distrito Federal, mas não pretende utilizar seu capital eleitoral para apoiar um dos dois finalistas na votação do próximo domingo. Com mais de 300 mil votos, 20% do eleitorado local, Agnelo defende o voto nulo e afirma que nem Rodrigo Rollemberg (PSB), nem Jofran Frejat (PR) têm condições de governar.

Em entrevista à jornalista Ana Maria Campos, do Correio Braziliense, Agnelo se ressente das atitudes "eleitoreiras" de seus adversários, mas garante que fará uma transição civilizada junto a qualquer que seja seu sucessor. A pouco mais de dois meses do término de seu mandato, o governador tem enfatizado como palavra de ordem junto a seus gestores que a prioridade é trabalhar com força total até o último dia, para "entregar uma cidade melhor do que a que foi encontrada".

Desapontado, Agnelo diz que os dois candidatos ao Palácio do Buriti apresentam propostas que já foram iniciadas em sua gestão. O governador também critica seu adversários. Sobre Frejat, Agnelo coloca como incoerente a defesa da saúde e a ligação do candidato ao grupo político que, segundo o petista, foi o responsável pela desestruturação do setor. Quanto a Rollemerg, Agnelo comenta: "Isso só mostra a real “nova política” dele muito antes de começar um governo. Eu dizia na campanha: ‘Vamos ver o futuro repetir o passado’. E já está acontecendo. A nova política dele é o PSDB, que tem um passado horroroso no Distrito Federal". 

Quanto perguntado sobre seus eleitores, Agnelo afirma que a maioria votará nulo. A cinco dias da votação, o que Frejat e Rollemberg poderão fazer para angariar esses votos?

 

Leia a íntegra da entrevista aqui.