CPMI das Fake News quer explicações da Secom sobre monitoramento de redes junto à empresa Isobar

Os pedidos foram apresentados após reportagens do jornal Estado de S. Paulo revelarem que o governo de Jair Bolsonaro busca impor sigilo aos documentos

Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News
Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News (Foto: Edilson Rodriques/Agência Senado)
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247 - A CPMI das Fake News quer explicações da Secretaria Especial de Comunicação (Secom) sobre os relatórios de monitoramento de redes sociais realizados pelo governo federal. Foram protocolados quatro requerimentos para ouvir servidores responsáveis pela gestão do serviço junto à agência publicitária Isobar, responsável pelo monitoramento.

Os pedidos foram apresentados após reportagens do jornal Estado de S. Paulo revelarem que o governo de Jair Bolsonaro busca impor sigilo aos documentos. Nesta semana, o Planalto negou entregar os relatórios à Câmara dos Deputados, baseando-se em decisão da Controladoria-Geral da União (CGU) que deu aval para a falta de publicidade dos documentos.

"A resistência do governo federal em dar publicidade aos relatórios e documentos torna imprescindível a apuração do seu conteúdo, tendo em vista as investigações conduzidas por esta CPMI, que apontam para a existência de uma milícia digital com o objetivo de destruir reputações sob o comando de um Gabinete do Ódio que estaria instalado no Palácio do Planalto", afirmam os requerimentos assinados pela relatora da comissão, deputada Lídice da Mata (PSB-BA) e pelo deputado Ivan Valente (PSOL-SP).

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