Cunha: busca demonstra o desespero de Janot
“É uma tentativa de procurar prova para justificar algo que não aconteceu. São circunstâncias que mostram o desespero do procurador de tentar encontrar alguma coisa que possa tentar me incriminar”, disse o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) sobre ação comandada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot; “O que foi feito aqui foi absolutamente desnecessário; bastava enviar um ofício que daríamos acesso”, concluiu Cunha
247 – O presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), voltou a criticar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Desta vez, ele apontou "desespero" de Janot, após operação de busca e apreensão em seu gabinete:
“É uma tentativa de procurar prova para justificar algo que não aconteceu. São circunstâncias que mostram o desespero do procurador de tentar encontrar alguma coisa que possa tentar me incriminar”, disse.
O ministro Teori Zavaski, relator do processo da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou uma diligência na Casa a pedido de Janot.
“Eu respondo a qualquer conteúdo que me for provocado e, efetivamente, o procurador-geral da República escolheu me investigar. E há uma querela pessoal. Não há dúvidas em relação a isso”, afirmou Eduardo Cunha, ao ser questionado se ele interpretou o fato como uma “afronta” à independência do poder Legislativo.
“O que foi feito aqui foi absolutamente desnecessário; bastava enviar um ofício que daríamos acesso. Vir aqui buscar, daquela forma; bastava enviar um ofício”, concluiu Cunha.