Cunha diz que notícia de propina do BTG é 'armação'

Segundo a Procuradoria-Geral da República, uma anotação apreendida na casa de Diogo Ferreira, chefe de gabinete do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), indica que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), teria recebido R$ 45 milhões do banco BTG Pactual; pelo Twitter, Cunha disse que trata-se de um "verdadeiro absurdo" e que "parece uma armação"

Segundo a Procuradoria-Geral da República, uma anotação apreendida na casa de Diogo Ferreira, chefe de gabinete do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), indica que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), teria recebido R$ 45 milhões do banco BTG Pactual; pelo Twitter, Cunha disse que trata-se de um "verdadeiro absurdo" e que "parece uma armação"
Segundo a Procuradoria-Geral da República, uma anotação apreendida na casa de Diogo Ferreira, chefe de gabinete do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), indica que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), teria recebido R$ 45 milhões do banco BTG Pactual; pelo Twitter, Cunha disse que trata-se de um "verdadeiro absurdo" e que "parece uma armação" (Foto: Roberta Namour)

247 - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), usou sua página no Twitter para se defender da informação de que teria recebido R$ 45 milhões do banco BTG Pactual em favor de André Esteves, banqueiro preso na Lava Jato, em uma emenda provisória.

Segundo a Procuradoria-Geral da República, uma anotação apreendida na casa de Diogo Ferreira, chefe de gabinete do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), liga o peemedebista ao banco de Esteves.

"Em troca de uma emenda à medida provisória nº 608, o BTG Pactual, proprietário da massa falida do banco Bamerindus, o qual estava interessado em utilizar os créditos fiscais de tal massa, pagou ao deputado federal Eduardo Cunha a quantia de 45 milhões de reais", afirma o texto apreendido.

Cunha disse que trata-se de um "verdadeiro absurdo" e que "parece uma armação". Leia outras mensagens de Cunha sobre o assunto:

"Quero desmentir com veemência o que está saindo nos onlines acerca de anotação de assessor de Delcídio. É um verdadeiro absurdo e parece até armação aparecer uma anotação com uma pessoa que não conheço citando coisas inexistentes. Essa MP citada foi relatada por um senador do PSDB, Cássio Cunha Lima e nem participei da comissão. Desminto fato e coloco sob suspeição essa anotação. É incrível transformar uma anotação em acusação contra mim. E mais, citam um suposto encontro com pessoas que não conheço e assim como não conheço esse assessor do Delcídio. Repito, fato é falso, assim como estou achando uma armação. Por que não esclareceram com o tal assessor esta anotação? Amanhã qualquer um anota coisa sobre terceiros e vira verdade? Desafio a provarem qualquer emenda minha que tenha sido aprovada nessa MP. Desafio a encontrarem qualquer participação minha em discussão dessa MP. E mais, a MP, ao que parece, saiu como o relator do PSDB colocou no seu relatório de comissão. Muito estranho sair isso dessa forma, colocando de novo o foco em mim como se fosse um documento que comprove minha participação. E nada mais do que uma anotação encontrada com um assessor de Delcídio que nem se é verdadeira. Devem perguntar a esse assessor. Estranho também que dia 8 de novembro tinha já saído uma nota plantada disso e desmentida por mim. Isso está cheirando armação. Estou revoltado com essa divulgação absurda de um fato absurdo e falso. Tinha duas emendas a essa MP que foram rejeitadas. Uma para acabar com exame da OAB. A outra era exatamente o contrário do que estão acusando. Tirar a possibilidade do tal benefócio que me acusam de aprovar. Ou seja uma anotação que não se é verídica me acusa de provar emenda ao contrário da emenda que apresentei e foi rejeitada. Ou seja propus o contrário do que essa suposta anotação acusa".

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