Cunha e Renan amenizam tom contra governo

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), procurou o vice-presidente, Michel Temer, para tentar explicar suas declarações sobre a lista de Rodrigo Janot; presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também diz que, a partir de agora, tentará moderar o discurso: "Não vou deixar passar a ideia de que nós vamos arrebentar o país"

Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), procurou o vice-presidente, Michel Temer, para tentar explicar suas declarações sobre a lista de Rodrigo Janot; presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também diz que, a partir de agora, tentará moderar o discurso: "Não vou deixar passar a ideia de que nós vamos arrebentar o país"
Presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), procurou o vice-presidente, Michel Temer, para tentar explicar suas declarações sobre a lista de Rodrigo Janot; presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), também diz que, a partir de agora, tentará moderar o discurso: "Não vou deixar passar a ideia de que nós vamos arrebentar o país" (Foto: Roberta Namour)

247 – Após declarações públicas contra o governo, em retaliação à lista do procurador-geral Rodrigo Janot enviada ao STF, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB) agora sinalizam que vão maneirar no tom.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, Renan procurou o vice-presidente, Michel Temer, no fim de semana para tentar explicar suas declarações, reproduzidas pelo UOL, em que diz que o peemedebista pressionou o procurador-geral Rodrigo Janot para tirar o nome do ex-deputado Henrique Eduardo Alves da lista da Operação Lava Jato. "O Michel falou com ele [Janot] três vezes", afirmou.

Já Cunha diz que, a partir de agora, tentará moderar as declarações contra o governo e Janot em torno da lista, na qual foi incluído. "Não vou deixar passar a ideia de que nós vamos arrebentar o país", afirma.

Afirma, no entanto, que vai ler linha por linha de "todas" as peças assinadas por Janot para justificar a abertura de inquérito ou o arquivamento de denúncias da Lava Jato. "Vou buscar as incoerências", afirma ele, que já atacou as decisões no Twitter.

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