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Cunha já marca retomada do rito do impeachment

Animado porque seu afastamento da Câmara será decidido só em fevereiro pelo Supremo Tribunal Federal, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), conta com uma vitória na tarde desta quinta-feira, 17, no STF sobre o rito do impeachment e já marcou para esta segunda-feira, 21, a retomada do processo; em conversas na manhã desta quinta, Cunha pediu a líderes de várias bancadas que orientem seus deputados a estar em Brasília nas próximas segunda e terça, quando pretende realizar eleições suplementares no plenário, para a escolha dos 26 integrantes que faltam para compor a comissão que irá analisar o pedido de impeachment de Dilma Rousseff

Animado porque seu afastamento da Câmara será decidido só em fevereiro pelo Supremo Tribunal Federal, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), conta com uma vitória na tarde desta quinta-feira, 17, no STF sobre o rito do impeachment e já marcou para esta segunda-feira, 21, a retomada do processo; em conversas na manhã desta quinta, Cunha pediu a líderes de várias bancadas que orientem seus deputados a estar em Brasília nas próximas segunda e terça, quando pretende realizar eleições suplementares no plenário, para a escolha dos 26 integrantes que faltam para compor a comissão que irá analisar o pedido de impeachment de Dilma Rousseff (Foto: Aquiles Lins)

Brasília 247 - Animado com a sinalização do Supremo Tribunal Federal que só decidir sobre seu afastamento somente em fevereiro, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), conta com uma vitória na tarde desta quinta-feira, 17, no STF sobre o rito do impeachment e já marcou para esta segunda-feira, 21, a retomada do processo.

Ele marcou reunião do colégio de líderes para as 17h de segunda. Em conversas na manhã desta quinta, Cunha pediu a líderes de várias bancadas que orientem seus deputados a estar em Brasília nas próximas segunda e terça, os últimos dias antes das férias parlamentares.

Caso o STF decida nesta quinta manter o rito definido por ele, Cunha irá realizar eleições suplementares no plenário da Câmara, na segunda e terça, para a escolha dos 26 integrantes que faltam para compor a comissão que irá analisar o pedido de impeachment de Dilma Rousseff.

Instalada a comissão do impeachment, o que pode ocorrer ainda na terça, Dilma terá prazo para apresentação de sua defesa até o meados de fevereiro (não é possível falar a data exata já que ela é contada em número de sessões). A expectativa é que o plenário da Câmara vote se abre ou não o processo de impeachment no final de fevereiro ou em março.