Cunha pede desbloqueio de salário e diz que família pode ficar sem “verbas alimentares”

Ex-presidente da Câmara dos Deputados, pediu à Justiça que desbloqueie sua conta-salário, por meio da qual o parlamentar recebe a remuneração de R$ 33,7 mil mensais; defesa de Cunha alega que o deputado e sua família precisam do dinheiro para "verbas alimentares" e "sobrevivência", solicitando o desbloqueio de "todos os valores [...] que advenham de suas atividades funcionais"; Cunha deixará a residência oficial da presidência da Câmara para um apartamento concedido a deputados

Ex-presidente da Câmara dos Deputados, pediu à Justiça que desbloqueie sua conta-salário, por meio da qual o parlamentar recebe a remuneração de R$ 33,7 mil mensais; defesa de Cunha alega que o deputado e sua família precisam do dinheiro para "verbas alimentares" e "sobrevivência", solicitando o desbloqueio de "todos os valores [...] que advenham de suas atividades funcionais"; Cunha deixará a residência oficial da presidência da Câmara para um apartamento concedido a deputados
Ex-presidente da Câmara dos Deputados, pediu à Justiça que desbloqueie sua conta-salário, por meio da qual o parlamentar recebe a remuneração de R$ 33,7 mil mensais; defesa de Cunha alega que o deputado e sua família precisam do dinheiro para "verbas alimentares" e "sobrevivência", solicitando o desbloqueio de "todos os valores [...] que advenham de suas atividades funcionais"; Cunha deixará a residência oficial da presidência da Câmara para um apartamento concedido a deputados (Foto: Aquiles Lins)

Revista Fórum - Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ex-presidente da Câmara dos Deputados, pediu à Justiça que desbloqueie sua conta-salário, por meio da qual o parlamentar recebe a remuneração de R$ 33,7 mil mensais.

A defesa de Cunha alega que o deputado e sua família precisam do dinheiro para "verbas alimentares" e "sobrevivência", solicitando o desbloqueio de "todos os valores [...] que advenham de suas atividades funcionais".

Além disso, os advogados argumentam que a restrição à conta-salário não está prevista em lei e que a ação teria sido um equívoco do juiz Augusto Cesar Pansini Gonçalves, da 6ª Vara Cível da Justiça Federal do Paraná.

Atualmente, o peemedebista mora na residência oficial da presidência da Câmara, mas deixará o imóvel e seguirá para um apartamento concedido a deputados.

Mesmo afastado do mandato pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o benefício foi aprovado por cinco membros dos sete que compõem a Mesa Diretora. O novo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também defendeu a proposta.

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