Custo da construção está mais caro, indica FGV

Reajustes salariais concedidos em Braslia e em Pernambuco elevaram o ndice nacional medido pelo instituto

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Agência Brasil - O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), atingiu 0,5%, em novembro, mais do que o dobro da taxa de outubro (0,2%). No acumulado do ano, houve alta de 7,21% e, nos últimos 12 meses, de 7,84%. O INCC-M é um dos componentes do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).

A elevação decorre, principalmente, dos reajustes de salários concedidos em Recife (6,94%) e em Brasília (3,75%). Neste caso, o percentual se refere à concessão de adicional previsto em acordo coletivo. Na capital pernambucana, os reajustes ocorreram em função da data-base.

Em média, o aumento do custo da mão de obra passou de 0,16%, em outubro, para 0,73%, em novembro. De janeiro a novembro, contratar pedreiros e outros profissionais do setor custou 10,2% a mais do que em igual período do ano passado. Nos últimos 12 meses, a alta chega a 11,39%.

O grupo materiais, equipamentos e serviços teve variação de 0,27%, ligeiramente acima da registrada em outubro (0,25%). No acumulado do ano, ocorreu aumento 4% e em 12 meses, de 4,1%.

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Nas sete capitais onde é feito o levantamento, o INCC-M apresentou as seguintes taxas: Salvador (o índice ficou estável em 0,1%), Brasília (de 0,14% para 2,17%), Belo Horizonte (de 0,86% para 0,08%), Recife (de 0,14% para 3,51%), Rio de Janeiro (de 0,08% para 0,13%), Porto Alegre (de 0,15% para 0,12%) e São Paulo (de 0,12% para 0,11%).

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