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Brasília

Defesa de Delúbio nega realização de feijoada na Papuda

"Não têm sido dadas regalias. Essa história da feijoada é uma fantasia", disse o advogado Arnaldo Malheiros Filho nesta quarta (26); segundo o defensor de Delúbio Soares, foi consumida uma costela de porco em lata; "De fato, os companheiros de cela dele compraram na cantina uma costela de porco em lata e misturaram com a xepa e chamaram isso de feijoada. E nem foram eles, o pessoal do mensalão, foram os outros presos, da mesma cela. Mas, como é comum na cadeia, é tudo coletivo. O que é de um é de todos. Não houve feijoada", informou  

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"Não têm sido dadas regalias. Essa história da feijoada é uma fantasia", disse o advogado Arnaldo Malheiros Filho nesta quarta (26); segundo o defensor de Delúbio Soares, foi consumida uma costela de porco em lata; "De fato, os companheiros de cela dele compraram na cantina uma costela de porco em lata e misturaram com a xepa e chamaram isso de feijoada. E nem foram eles, o pessoal do mensalão, foram os outros presos, da mesma cela. Mas, como é comum na cadeia, é tudo coletivo. O que é de um é de todos. Não houve feijoada", informou   (Foto: Valter Lima)
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247 - A defesa do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, preso após julgamento da AP 470, negou que seu cliente tenha comido feijoada dentro da prisão. "Não têm sido dadas regalias (aos presos). Essa história da feijoada é uma fantasia", disse o advogado Arnaldo Malheiros Filho nesta quarta (26).

Com a afirmação, Malheiros rebate o MP (Ministério Público) do Distrito Federal e Territórios, que denunciou a realização de uma feijoada no Centro de Progressão Provisória, em Brasília, por condenados da Ação Penal 470, entre eles Delúbio. Na terça-feira (25), o MP pediu à Vara de Execuções Penais que convoque o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), para que ele tome previdências contra esse fato considerado "grave".

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Segundo o defensor de Delúbio Soares, foi consumida uma costela de porco em lata. "De fato, os companheiros de cela dele compraram na cantina uma costela de porco em lata e misturaram com a xepa [quentinha] e chamaram isso de feijoada. E nem foram eles, o pessoal do mensalão, foram os outros presos, da mesma cela. Mas, como é comum na cadeia, é tudo coletivo. O que é de um é de todos. Não houve feijoada", informou.

 

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