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Delcídio exercerá mandato 'em sua plenitude', diz Renan

"O que ele vai falar ou não vai falar é questão de foro íntimo. Quando o Supremo decidiu a primeira vez, nós chancelamos. Agora novamente nós vamos chancelar a decisão do Supremo, e ele exercerá o mandato", afirmou o presidente do Senado nesta terça-feira 23; notícias já derma conta de que o senador do PT, que ficou preso por três meses, entregaria colegas

"O que ele vai falar ou não vai falar é questão de foro íntimo. Quando o Supremo decidiu a primeira vez, nós chancelamos. Agora novamente nós vamos chancelar a decisão do Supremo, e ele exercerá o mandato", afirmou o presidente do Senado nesta terça-feira 23; notícias já derma conta de que o senador do PT, que ficou preso por três meses, entregaria colegas (Foto: Gisele Federicce)

Agência Senado - O presidente do Senado, Renan Calheiros, afirmou na manhã desta terça-feira (23) que o senador Delcídio do Amaral (PT-MS) "vai exercer o mandato na sua plenitude e na forma da Constituição Federal".

— O que ele vai falar ou não vai falar é questão de foro íntimo. Quando o Supremo decidiu a primeira vez, nós chancelamos. Agora novamente nós vamos chancelar a decisão do Supremo, e ele exercerá o mandato — afirmou o presidente, ao ser recebido pela imprensa ao chegar ao Senado.

Na avaliação de Renan Calheiros, a prisão de Delcídio foi "tão rápida e fulminante", que o senador nem conseguiu se manifestar.

— Talvez seja um caso raro de alguém que não falou. Então é hora do Senado ouvi-lo e saber o que ele tem a dizer — opinou.

João Santana

Sobre a prisão do marqueteiro João Santana, Renan Calheiros afirmou que não pode antecipar "cenários e desdobramentos" na condição de presidente do Senado e disse esperar do jornalista e publicitário um "depoimento esclarecedor".

— Ele, que fez campanhas em vários países, deve ter tomado os cuidados necessários, pois qualquer dia poderia ser questionado. Espero que ele esclareça tudo. Isso será bom para democracia — concluiu.

Pauta

O presidente do Senado também informou que dará continuidade às conversas com as lideranças partidárias para elaboração de uma pauta de consenso para as próximas votações.

— Ainda que não seja quanto ao mérito, mas pelo menos em relação à tramitação — explicou.