DF escapa da crise e garante Natal positivo

Ajuste fiscal iniciado logo após a posse de Rodrigo Rollemberg (PSB) e medidas para garantir investimentos em áreas carentes e para pagar o funcionalismo em dia ajudaram Brasília a ter um Natal positivo, no azul, enquanto o resto do Brasil amargou resultados negativos; segundo o Sindicato do Comércio Varejista do DF (Sindivarejista), houve uma alta de  2,5% no comércio da capital

Ajuste fiscal iniciado logo após a posse de Rodrigo Rollemberg (PSB) e medidas para garantir investimentos em áreas carentes e para pagar o funcionalismo em dia ajudaram Brasília a ter um Natal positivo, no azul, enquanto o resto do Brasil amargou resultados negativos; segundo o Sindicato do Comércio Varejista do DF (Sindivarejista), houve uma alta de  2,5% no comércio da capital
Ajuste fiscal iniciado logo após a posse de Rodrigo Rollemberg (PSB) e medidas para garantir investimentos em áreas carentes e para pagar o funcionalismo em dia ajudaram Brasília a ter um Natal positivo, no azul, enquanto o resto do Brasil amargou resultados negativos; segundo o Sindicato do Comércio Varejista do DF (Sindivarejista), houve uma alta de  2,5% no comércio da capital (Foto: Giuliana Miranda)

Brasília 247 - Ajuste fiscal iniciado logo após a posse de Rodrigo Rollemberg (PSB) e medidas para garantir investimentos em áreas carentes e para pagar o funcionalismo em dia ajudaram Brasília a ter um Natal positivo, no azul, enquanto o resto do Brasil amargou resultados negativos. Segundo o Sindicato do Comércio Varejista do DF (Sindivarejista), houve uma alta de  2,5% no comércio da capital, contra 3,5% negativos registrados em 2015.

As informações são do Correio Braziliense. ´

"Os cartões de crédito foram responsáveis por 91% das vendas contra 88% do ano anterior. A venda de televisores e celulares cresceram 5%, seguidos de roupas, 6%, e sapatos, 4%. Valor do gasto médio dos brasilienses também subiu para R$ 195, contra R$ 170. 

"O crescimento está ligado ao pagamento em dia dos funcionários públicos e da iniciativa privada. No período de dezembro e novembro, foram injetados mais de R$ 7 bilhões na economia, devido ao 13º salário, segundo o Sindivarejista.

“O DF tem a maior renda per capita do País e o maior valor médio do 13º salário (R$ 4.230) e isso teve reflexos positivos sobre as vendas”, defendeu o presidente do sindicato Edson de Castro."

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