HOME > Brasília

DF tem 4 mil mulheres na fila para mamografia

No início do mês de combate ao câncer de mama, os hospitais públicos do Distrito Federal têm 4 mil mulheres na fila de espera para fazer mamografia; o 'Outubro Rosa' busca conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce da doença, que pode resolver 95% dos casos; de acordo com dados do SUS, a cada 40 minutos uma mulher é submetida à cirurgia de remoção de seio no Brasil

No início do mês de combate ao câncer de mama, os hospitais públicos do Distrito Federal têm 4 mil mulheres na fila de espera para fazer mamografia; o 'Outubro Rosa' busca conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce da doença, que pode resolver 95% dos casos; de acordo com dados do SUS, a cada 40 minutos uma mulher é submetida à cirurgia de remoção de seio no Brasil (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - No início do mês de combate ao câncer de mama, os hospitais públicos do Distrito Federal têm 4 mil mulheres na fila de espera para fazer mamografia. O 'Outubro Rosa' busca conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce da doença, que pode resolver 95% dos casos. De acordo com dados do Sistema Único de Saúde (SUS), a cada 40 minutos uma mulher é submetida à cirurgia de remoção de seio no Brasil. 

Normalmente, é recomendável que os exames sejam feitos a partir dos 40 anos de idade. A médica Lorena Amaral afirma que, quando há casos na família, a mulher deve iniciar antes. "Quando o tumor é palpável ele já está um pouco avançado. Por isso a mamografia é tão importante, para que seja descoberto antes deste estágio", acrescenta. Seu relato foi publicado no G1.

Um laboratório particular do Distrito Federal doará 250 exames de mama para mulheres de baixa renda. Segundo a página do Laboratório Exame em uma rede social, o número de doações pode aumentar se o público compartilhar uma postagem sobre a campanha feita em uma rede social.

Segundo a presidente da organização não governamental Recomeçar, Joana Jeker, a entidade ajudou 500 mulheres a fazer a reconstrução da mama. "É possível vencer e enfrentar a doença e o diagnóstico. É possível recomeçar a vida com muita força de vontade de viver."