Dilma recebe Cardozo para discutir impeachment

Presidente teve uma reunião com o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, no Palácio da Alvorada neste domingo 24; encontro acontece um dia antes da instalação da comissão especial do impeachment no Senado; responsável pela defesa de Dilma, o ministro tem afirmado que o processo de impeachment não possui base jurídica e que foi motivado por uma vingança do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)

Presidente teve uma reunião com o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, no Palácio da Alvorada neste domingo 24; encontro acontece um dia antes da instalação da comissão especial do impeachment no Senado; responsável pela defesa de Dilma, o ministro tem afirmado que o processo de impeachment não possui base jurídica e que foi motivado por uma vingança do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
Presidente teve uma reunião com o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, no Palácio da Alvorada neste domingo 24; encontro acontece um dia antes da instalação da comissão especial do impeachment no Senado; responsável pela defesa de Dilma, o ministro tem afirmado que o processo de impeachment não possui base jurídica e que foi motivado por uma vingança do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) (Foto: Paulo Emílio)
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247 - A presidente Dilma Rousseff teve uma reunião com o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, no Palácio da Alvorada, em Brasília. Encontro aconteceu neste domingo (24), um dia antes da instalação da comissão especial do senado que irá analisar a abertura do processo de impeachment contra a presidente na Casa.

Cardozo, responsável pela defesa de Dilma, tem afirmado continuamente que o processo de impeachment não possui base jurídica e que foi motivado por uma vingança do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pelo fato de não ter recebido apoio do PT para barrar um processo contra ele no Conselho de Ética.

Cardozo também nega que as chamadas pedaladas fiscais, que motivaram o pedido de impeachment, configurem crime de responsabilidade. A AGU avalia a possibilidade de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para verificar se existe "justa causa" na acusação contra a presidente.

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