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Dodge aderiu ao fascismo lavajatiano, diz editor do Cafezinho

"Previsivelmente, Raquel Dodge, nova procuradora-geral, indicada pelo Usurpador, adere ao movimento fascista que pretende derrubar a Constituição e instituir um novo regime penal, onde mais pessoas são presas antes de poderem se defender perante uma terceira e última instância", diz o jornalista Miguel do Rosário

Presidente Michel Temer e nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge 18/09/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino (Foto: Leonardo Attuch)

Por Miguel do Rosário, editor do Cafezinho

Previsivelmente, Raquel Dodge, nova procuradora-geral, indicada pelo Usurpador, adere ao movimento fascista que pretende derrubar a Constituição e instituir um novo regime penal, onde mais pessoas são presas antes de poderem se defender perante uma terceira e última instância.

Detalhe: o juiz brasileiro já pode prender qualquer pessoa a qualquer momento. A nova lei que querem instituir é apenas para derrubar os poucos instrumentos que permitem ao réu – ainda não condenado em última instância – aguardar o julgamento em liberdade.

A opinião de Dodge faz parte de uma onda. Essa onda inclui a defesa da prisão cautelar, conforme preconizado por Sergio Moro, num país onde há estados com quase 70% de presos previsórios, o fim do habeas corpus, o aumento de poderes arbitrários para procuradores e juízes brincarem de vida e morte, a instituição da tortura com fins de extração de delações combinadas com a procuradoria.

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