Doyle: show de Barbosa custou caro ao País

Jornalista Hélio Doyle contesta versão da assessoria do Supremo Tribunal Federal, que defendeu a transferência dos presos da Ação Penal 470 para Brasília (o que já começa a ser desfeito); "O pretenso formalismo jurídico alegado pela assessoria é um argumento furado e que custou muito caro aos cofres públicos. Aliás, ficaria mais barato se Barbosa viajasse para São Paulo e Belo Horizonte e fizesse os presos se apresentaram a ele lá. Mas aí Barbosa não teria promovido o show para a imprensa no feriado da proclamação da República", diz ele

Jornalista Hélio Doyle contesta versão da assessoria do Supremo Tribunal Federal, que defendeu a transferência dos presos da Ação Penal 470 para Brasília (o que já começa a ser desfeito); "O pretenso formalismo jurídico alegado pela assessoria é um argumento furado e que custou muito caro aos cofres públicos. Aliás, ficaria mais barato se Barbosa viajasse para São Paulo e Belo Horizonte e fizesse os presos se apresentaram a ele lá. Mas aí Barbosa não teria promovido o show para a imprensa no feriado da proclamação da República", diz ele
Jornalista Hélio Doyle contesta versão da assessoria do Supremo Tribunal Federal, que defendeu a transferência dos presos da Ação Penal 470 para Brasília (o que já começa a ser desfeito); "O pretenso formalismo jurídico alegado pela assessoria é um argumento furado e que custou muito caro aos cofres públicos. Aliás, ficaria mais barato se Barbosa viajasse para São Paulo e Belo Horizonte e fizesse os presos se apresentaram a ele lá. Mas aí Barbosa não teria promovido o show para a imprensa no feriado da proclamação da República", diz ele (Foto: Leonardo Attuch)

Por Hélio Doyle

A assessoria de imprensa do Supremo Tribunal Federal, ou que nome tenha, respondeu assim aos que criticaram a transferência dos presos da AP 470, o chamado “mensalão”, para Brasília: “Os presos têm de se apresentar ao juiz que os prendeu”.

A assessoria, em nome da credibilidade profissional dos que a integram, deveria ter ficado calada. Os presos transportados para Brasília no voo midiático planejado pelo ministro Joaquim Barbosa não se apresentaram a ele, o “juiz que os prendeu”. Barbosa, aliás, estava de folga no Rio.

O pretenso formalismo jurídico alegado pela assessoria é um argumento furado e que custou muito caro aos cofres públicos. Aliás, ficaria mais barato se Barbosa viajasse para São Paulo e Belo Horizonte e fizesse os presos se apresentaram a ele lá.

Mas aí Barbosa não teria promovido o show para a imprensa no feriado da proclamação da República.

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