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Em depoimento na CPI, empresário pede intervenção militar

Ao depor na CPI da Petrobras, o empresário do setor petroquímico Auro Gorentzvaig defendeu uma intervenção militar e o fechamento do Congresso Nacional; "Eu acho que realmente do jeito que as coisas estão é caso de uma intervenção militar imediata e com pedido de eleições o mais rápido possível", disse; teor da declaração provocou bate-boca entre os membros da comissão

Ao depor na CPI da Petrobras, o empresário do setor petroquímico Auro Gorentzvaig defendeu uma intervenção militar e o fechamento do Congresso Nacional; "Eu acho que realmente do jeito que as coisas estão é caso de uma intervenção militar imediata e com pedido de eleições o mais rápido possível", disse; teor da declaração provocou bate-boca entre os membros da comissão (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O depoimento do empresário do setor petroquímico Auro Gorentzvaig à CPI da Petrobras acabou resultando em um bate-boca acalorado entre os membros da comissão. No depoimento prestado nesta quinta-feira (2), Gorentzvaig defendeu uma intervenção militar e o fechamento do Congresso Nacional.

"Eu acho que realmente do jeito que as coisas estão é caso de uma intervenção militar imediata e com pedido de eleições o mais rápido possível", disse o empresário. Em seguida, ao ser indagado se também seria favorável ao fechamento do Congresso, ele disse que "talvez fosse o caso" de eu isso fosse efetivamente levado a cabo.

"Não sei se fechar o Congresso, eu não me referi ao Congresso Nacional, mas quem sabe? Do jeito que as coisas estão acontecendo, que a gente está assistindo, talvez seja o caso, eu não sei", disse.

Foi neste momento que os parlamentares começaram a discutir entre si e também com o empresário. Em meio ao bate-boca, o deputado Hugo Motta (PMDB-PB), exigiu que o empresário tivesse "respeito". Outros deputados acusaram membros do PT de quererem desvirtuar o depoimento.

Durante o seu depoimento, Gorentzvaig disse que a Triunfo, empresas do ramo petroquímico de sua propriedade, foi "expropriada" pela Petrobras e que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria atuado neste sentido para favorecer a Odebrecht.