Ex-diretor da Delta vai continuar preso

Justiça negou o pedido de habeas corpus apresentado no dia 26 de abril, um dia depois da detenção de Claudio Abreu; o empresário é um dos principais interlocutores de Carlinhos Cachoeira; Abreu foi preso durante a Operação Saint-Michel, desdobramento da Operação Monte-Carlo, com suspeita de formação de quadrilha e favorecimento em licitações

Brasília 247 – O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) negou nesta quinta-feira 11, o pedido de habeas corpus para a liberação de Claudio Abreu, ex-diretor da Delta Construções. Abreu foi preso durante a Operação Saint Michel, no dia 25 de abril. O empresário é um dos principais interlocutores de Carlinhos Cachoeira.

Roberto Pagliuso, advogado de Abreu, entrou com o pedido no dia 26 de abril, e afirmou que vai recorrer da decisão. "A regra é responder em liberdade. Ele tem cooperado com as investigações e não há motivo para ele estar preso. O fato em apuração ocorreu há um ano", afirmou o advogado, que considera a prisão sem sentido.

Claudio Abreu é suspeito de formação de quadrilha e corrupção. A polícia acredita que o ex-diretor da Delta estava envolvido no suposto esquema de favorecimento na licitação de bilhetagem eletrônica no Distrito Federal. Relatórios da Polícia Federal informam que Cachoeira e Cláudio Abreu trocavam informações sigilosas, algumas a respeito de licitações públicas.

A Operação Saint Michel é um desdobramento da Operação Monte Carlo, deflagrada no dia 29 de fevereiro e que resultou na prisão de Carlinhos Cachoeira. No dia 25 de abril, além de Abreu, foram presos Wesley Clauton, Dagmar Alves Duarte e Valdir dos Reis. As prisões aconteceram em Brasília, Goiânia e Anápolis.

Com informações do G1.

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