‘Financiamento público elevaria nº de mulheres na política’

Declaração é da professora do Instituto de Ciência Política da UnB (Universidade de Brasília) Flávia Biroli; segunda ela, estabelecer cotas no Congresso seria "um passo importante" para estimular a igualdade de gênero no Brasil; "Do modo como a política é realizada, os direitos das mulheres são definidos por uma maioria de homens", diz, em entrevista ao blog do jornalista Kennedy Alencar

Declaração é da professora do Instituto de Ciência Política da UnB (Universidade de Brasília) Flávia Biroli; segunda ela, estabelecer cotas no Congresso seria "um passo importante" para estimular a igualdade de gênero no Brasil; "Do modo como a política é realizada, os direitos das mulheres são definidos por uma maioria de homens", diz, em entrevista ao blog do jornalista Kennedy Alencar
Declaração é da professora do Instituto de Ciência Política da UnB (Universidade de Brasília) Flávia Biroli; segunda ela, estabelecer cotas no Congresso seria "um passo importante" para estimular a igualdade de gênero no Brasil; "Do modo como a política é realizada, os direitos das mulheres são definidos por uma maioria de homens", diz, em entrevista ao blog do jornalista Kennedy Alencar (Foto: Gisele Federicce)
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247 – O financiamento público de campanhas políticas aumentaria o "o número de mulheres candidatas e eleitas". A análise é de Flávia Biroli, professora do Instituto de Ciência Política da UnB (Universidade de Brasília), que deu a declaração em entrevista ao blog do jornalista Kennedy Alencar.

Segunda ela, estabelecer cotas no Congresso seria "um passo importante" para estimular a igualdade de gênero no Brasil. "Do modo como a política é realizada, os direitos das mulheres são definidos por uma maioria de homens", opina.

"A autonomia individual e a autonomia coletiva das mulheres são comprometidas: elas vivem sob regras que são definidas na sua ausência ou quase ausência, suas lutas têm maior dificuldade de ganhar voz e peso, a própria definição política dos seus interesses é comprometida", acrescenta Flávia.

A professora acredita que a presença de uma mulher na Presidência da República, representada por Dilma Rousseff, é "simbólica". Ela critica a condução de políticas públicas voltadas para a população feminina pelo atual governo.

Leia aqui a íntegra.

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