GDF faz ronda na saúde para avaliar o atendimento

Com o objetivo de diagnosticar os principais problemas e solucionar aqueles mais imediatos, um grupo de trabalho do governo do Distrito Federal  por meio da Secretaria de Saúde, percorrerá os 16 hospitais regionais e as seis unidades de pronto-atendimento (UPAs) da rede pública; a equipe é formada por assessores especialistas em administração hospitalar, e a ronda vai até o próximo dia 15; a saúde no governo Rodrigo Rollemberg passou por dificuldades de atendimento após um rombo de R$ 6,5 bilhões nas contas estaduais deixadas pela gestão Agnelo Queiroz

Com o objetivo de diagnosticar os principais problemas e solucionar aqueles mais imediatos, um grupo de trabalho do governo do Distrito Federal  por meio da Secretaria de Saúde, percorrerá os 16 hospitais regionais e as seis unidades de pronto-atendimento (UPAs) da rede pública; a equipe é formada por assessores especialistas em administração hospitalar, e a ronda vai até o próximo dia 15; a saúde no governo Rodrigo Rollemberg passou por dificuldades de atendimento após um rombo de R$ 6,5 bilhões nas contas estaduais deixadas pela gestão Agnelo Queiroz
Com o objetivo de diagnosticar os principais problemas e solucionar aqueles mais imediatos, um grupo de trabalho do governo do Distrito Federal  por meio da Secretaria de Saúde, percorrerá os 16 hospitais regionais e as seis unidades de pronto-atendimento (UPAs) da rede pública; a equipe é formada por assessores especialistas em administração hospitalar, e a ronda vai até o próximo dia 15; a saúde no governo Rodrigo Rollemberg passou por dificuldades de atendimento após um rombo de R$ 6,5 bilhões nas contas estaduais deixadas pela gestão Agnelo Queiroz (Foto: Leonardo Lucena)
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Ádamo Araujo, da Agência Brasília - Com o objetivo de diagnosticar os principais problemas e solucionar aqueles mais imediatos, um grupo de trabalho da Secretaria de Saúde do Distrito Federal percorrerá os 16 hospitais regionais e as seis unidades de pronto-atendimento (UPAs) da rede pública. A equipe é formada por assessores especialistas em administração hospitalar, e a ronda vai até o próximo dia 15.

De acordo com o administrador hospitalar José Maria Gomes, durante esse período, o grupo voltará a locais visitados para saber se os problemas foram solucionados. "Em casos de falta de materiais e remédios, por exemplo, a gente descobre qual unidade tem e repassa imediatamente àquela que não tem", explica. Situações mais complexas como falta de profissionais e equipamentos de uso contínuo são encaminhadas via relatório diretamente para o gabinete do secretário de Saúde, Fábio Gondim.

Após o recesso de ano-novo, os trabalhos foram retomados na manhã deste sábado (2), quando o grupo passou por Brazlândia, Planaltina, Santa Maria e São Sebastião. As visitas começaram na terça-feira (29) nos hospitais regionais da Asa Norte, de Ceilândia, do Guará, de Samambaia e de Taguatinga, no Hospital de Base e nas UPAs do Núcleo Bandeirante e de Samambaia. No dia seguinte, o grupo seguiu para os hospitais do Paranoá, de Planaltina, de São Sebastião e de Sobradinho. Nesta última região, a UPA também foi visitada.

De acordo com as impressões iniciais da equipe, as unidades visitadas até agora enfrentam dois principais problemas: a carência de clínicos gerais e a demanda excessiva de pacientes vindos do Entorno e de outros municípios.

Soluções
Durante o ano passado, 1.056 profissionais de diversas especialidades foram convocados. Setecentos e vinte e dois assumiram o cargo. Os demais pediram para ir para o fim da fila ou não se apresentaram. No último dia 29, a Secretaria de Saúde nomeou 63 aprovados em concurso público de 2014 — com vigência até 8 de dezembro de 2016 — para ocupar o cargo de pediatra.

Além de verificar questões referentes à carência de insumos e de servidores, a equipe orienta as chefias nas unidades e monitora escalas médicas, tempo de atendimento e fluxo das prioridades. De acordo com José Maria Gomes, o grupo não pune possíveis irregularidades, mas repassa os casos constatados diretamente para o gabinete.

A atuação dos assessores começa a render resultados positivos. "Durante a manhã, não tínhamos antibiótico benzetacil e nem vacina antirrábica, mas foi possível saber quem tinha condições de nos repassar, e o problema foi sanado", conta o chefe de equipe do Hospital Regional de Planaltina, Alessandro Barbosa. Após o dia 15, o grupo avaliará as ações para que outras rondas ocorram em 2016.

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