GDF tenta, com distritais, cobrir rombo na Saúde

O governo do Distrito Federal tenta convencer os deputados distritais a "abrirem mão" voluntariamente das emendas parlamentares para complementar investimentos na Saúde, que tem um rombo alegado de R$ 400 milhões na saúde até o fim do ano; até esta quinta-feira (13), nenhum centavo indicado por cada parlamentar no orçamento deste ano havia sido aplicado      

O governo do Distrito Federal tenta convencer os deputados distritais a "abrirem mão" voluntariamente das emendas parlamentares para complementar investimentos na Saúde, que tem um rombo alegado de R$ 400 milhões na saúde até o fim do ano; até esta quinta-feira (13), nenhum centavo indicado por cada parlamentar no orçamento deste ano havia sido aplicado
 
 
 
O governo do Distrito Federal tenta convencer os deputados distritais a "abrirem mão" voluntariamente das emendas parlamentares para complementar investimentos na Saúde, que tem um rombo alegado de R$ 400 milhões na saúde até o fim do ano; até esta quinta-feira (13), nenhum centavo indicado por cada parlamentar no orçamento deste ano havia sido aplicado       (Foto: Leonardo Lucena)
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Brasília 247 – O governo do Distrito Federal tenta convencer os deputados distritais a "abrirem mão" voluntariamente das emendas parlamentares para complementar investimentos na Saúde, que tem um rombo alegado de R$ 400 milhões na saúde até o fim do ano. Até esta quinta-feira (13), nenhum centavo indicado por cada parlamentar no orçamento deste ano havia sido aplicado.

De acordo com parlamentares, o tema foi apresentado "em nome do GDF", o que foi negado pelo governador Rodrigo Rollemberg. "Não é uma proposta do Buriti, é algo em discussão. A própria Celina levou o debate à Câmara, porque mostramos que não tem orçamento. Não estou nem falando em financeiro, mas na possibilidade de abrir licitações. Temos um déficit de R$ 400 milhões", afirmou Rollemberg ao G1.

Por lei, cada parlamentar poderia orientar o investimento de até R$ 14 milhões em 2015, sendo que os gastos com infraestrutura, saúde e educação são impositivos – ou seja, têm execução obrigatória. O GDF quer que cada deputado use apenas R$ 3 milhões neste ano, o que economizaria R$ 264 milhões aos cofres públicos.

"Eu acho que a Câmara daria uma contribuição muito importante, acho que a população aplaudiria. A saúde está acima de qualquer coisa, e as pessoas sabem que a situação é grave. Se não tiver orçamento, vai colapsar", disse Rollemberg. Ele diz confiar no "espírito público" dos deputados para superar divergências políticas neste assunto.

Outro lado

O líder da oposição na Câmara Legislativa do Distrito Federal, deputado Chico Vigilante (PT), afirmou que a medida não resolveria o problema. "Queriam que a gente executasse R$ 4 milhões e destinasse o restante à saúde, mas o problema lá não é orçamentário, é de gestão", disse.

O parlamentar reforçou sua posição contrária à diminuição. "São obras de calçamento, reformas de escolas, feiras. O governador anuncia um pacote de obras de R$ 5 bilhões e diz que não tem dinheiro para as emendas?", indaga Vigilante.

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