Gilmar: “Não estou proibido de conversar com Serra, nem com Aécio”

ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nessa segunda-feira, 21, que pode manter relações com caciques da oposição que pedem o impeachment da presidente Dilma Rousseff, sem que isso configure suspeição em suas decisões contra o governo na Corte; "Eu não estou proibido de conversar com Serra, nem com Aécio (Neves, também senador tucano), nem com pessoas do governo", disse Mendes, em entrevista à BBC Brasil

ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nessa segunda-feira, 21, que pode manter relações com caciques da oposição que pedem o impeachment da presidente Dilma Rousseff, sem que isso configure suspeição em suas decisões contra o governo na Corte; "Eu não estou proibido de conversar com Serra, nem com Aécio (Neves, também senador tucano), nem com pessoas do governo", disse Mendes, em entrevista à BBC Brasil
ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nessa segunda-feira, 21, que pode manter relações com caciques da oposição que pedem o impeachment da presidente Dilma Rousseff, sem que isso configure suspeição em suas decisões contra o governo na Corte; "Eu não estou proibido de conversar com Serra, nem com Aécio (Neves, também senador tucano), nem com pessoas do governo", disse Mendes, em entrevista à BBC Brasil (Foto: Aquiles Lins)

247 - O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nessa segunda-feira, 21, que pode manter relações com caciques da oposição que pedem o impeachment da presidente Dilma Rousseff, como os senadores José Serra (PSDB-SP) e Aécio Neves (PSDB-MG), sem que isso configure suspeição em suas decisões contra o governo na Corte.

"Eu não estou proibido de conversar com Serra, nem com Aécio (Neves, também senador tucano), nem com pessoas do governo", disse Mendes, em entrevista à BBC Brasil.

O ministro acolheu dois mandados de segurança, movidos pelo PPS e PSDB – os dois partidos de oposição argumentaram que a nomeação de Lula representava "desvio de finalidade" já que o verdadeiro objetivo seria, segundo eles, retirá-lo do alcance de Moro. Devido ao recesso de Páscoa, o STF não terá sessões nesta semana e, por isso, o caso só será submetido à análise dos demais dez ministros no dia 30.

Ele comentou o episódio em que foi fotografado em um restaurante junto com o ex- ministro Armínio Fraga e José Serra. "Eu estava com meu filho e o professor Armínio Fraga tratando de assuntos acadêmicos, projetos de mestrado e coisas do tipo. Aí o senador (José Serra) ligou para o Armínio, que queria ter uma conversa com ele. Ele chegou, eu saí e eles continuaram conversando. Coisa normal. Em todo o lugar, em restaurantes, a gente encontra pessoas aqui em Brasília. Não tem nenhuma novidade", acrescentou.

 

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