Governo adota prática da ditadura e decide esconder agendas de Bolsonaro e Mourão

"Governo classifica como reservadas agendas de Bolsonaro e Mourão nos Palácios da Alvorada e do Jaburu. Ou seja, registros de quem entra e sai ficarão sob sigilo por cinco anos. LAI determina que as agendas do PR e vice sejam públicas. O que Bolsonaro quer esconder?", questiona a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann

247 - O governo de Jair Bolsonaro classificou como "reservadas" as informações sobre o registro de visitantes que entram e saem do Palácio da Alvorada, residência oficial da presidência da República, e do Jaburu, residência oficial da vice-presidência. Com a decisão, os dados ficarão sob sigilo por um período de cinco anos.

"Como na ditadura", comparou o líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (RS). "O que Bolsonaro quer esconder?", indagou a presidente do partido, deputada Gleisi Hoffmann (PR). 

Gleisi lembrou depois de uma notícia de que um "empresário, suplente de senador, que negociava ilegalmente energia de Itaipu, esteve no Planalto e teria conversado com Bolsonaro, confirmando sua ligação com a família". "Isso deve ser um dos motivos p/ sigilo nas visitas aos Palácios", relacionou.

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