Governo de Brasília repudia violência em protesto contra PEC 55

O governo de Brasília repudiou os atos de violência que aconteceram em frente ao Congresso; mais de 10 mil pessoas tomaram a Praça dos Três Poderes para protestar contra a PEC 55, que congela gastos públicos pelos próximos 20 anos; em nota, o governo local afirmou que "destruir o patrimônio público, desrespeitar as instituições e agir com vandalismo não é, de modo algum, postura de quem quer se manifestar democraticamente"; "A Constituição garante o livre direito à manifestação, que deve ser preservado por todos os democratas. A violência política é inaceitável e deve ser combatida"

Brasília - Manifestantes entram em confronto com a polícia em frente ao Congresso Nacional (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
Brasília - Manifestantes entram em confronto com a polícia em frente ao Congresso Nacional (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - O governo de Brasília repudiou os atos de violência que aconteceram nessa quarta-feira (30) em frente ao Congresso Nacional. Mais de 10 mil pessoas tomaram a Praça dos Três Poderes para protestar contra a PEC 55, que congela gastos públicos pelos próximos 20 anos. Grupos de manifestantes atearam fogo em banheiros químicos e se reagruparam nos arredores da Biblioteca Nacional e do Museu da República, próximo da rodoviária, onde fizeram nova barricada.

Em nota, o governo local afirmou que "destruir o patrimônio público, desrespeitar as instituições e agir com vandalismo não é, de modo algum, postura de quem quer se manifestar democraticamente".

"A Constituição garante o livre direito à manifestação, que deve ser preservado por todos os democratas. A violência política é inaceitável e deve ser combatida", diz o texto.

Segundo a nota, "as forças de segurança trabalharam de forma integrada. Quatro pessoas foram conduzidas à delegacia, cinco ocorrências de dano foram registradas na Polícia Federal. O Corpo de Bombeiros registrou 40 atendimentos, todos casos sem gravidade".

"A Polícia Militar agiu dentro dos padrões técnicos para o enfrentamento desse tipo de situação e procurou preservar o patrimônio e a segurança das pessoas. As investigações de danos ao patrimônio e ações violentas seguirão a partir das imagens em posse dos órgãos de segurança", complementou.

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