Heráclito provoca saia justa com Dallagnol

Citado por Sérgio Machado, deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), causou constrangimento ao afirmar ao procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato que faz "o que for preciso" para esclarecer o seu envolvimento na delação de "um réu confesso", e falou na possibilidade de uma acareação e da quebra de seu sigilo telefônico

Citado por Sérgio Machado, deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), causou constrangimento ao afirmar ao procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato que faz "o que for preciso" para esclarecer o seu envolvimento na delação de "um réu confesso", e falou na possibilidade de uma acareação e da quebra de seu sigilo telefônico
Citado por Sérgio Machado, deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), causou constrangimento ao afirmar ao procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato que faz "o que for preciso" para esclarecer o seu envolvimento na delação de "um réu confesso", e falou na possibilidade de uma acareação e da quebra de seu sigilo telefônico (Foto: Roberta Namour)

247 - Citado na Lava Jato por Sérgio Machado, o deputado Heráclito Fortes (PSB-PI), causou constrangimento ao se colocar à disposição do Ministério Público frente ao procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato.

Ele afirmou que faz "o que for preciso" para esclarecer o seu envolvimento na delação de "um réu confesso", e falou na possibilidade de uma acareação e da quebra de seu sigilo telefônico.

“Eu estou aqui nesta Casa há muitos anos, e o que eu sempre quis na vida foi ficar imune a escândalos e aos escandalosos. Mas vejam os senhores: semana passada, senhores procuradores, eu fui denunciado pelo réu confesso que, através de uma delação premiada, quer aliviar os crimes que cometeu. As providências que eu quis tomar eram todas perigosas. Veio um advogado e me disse: 'Se você pede uma acareação, ele está perdido, mas ele não diz que lhe deu um milhão, ele diz que lhe deu dez. E aí?”, questionou o deputado, olhando para Dallagnol.

Machado afirma que o deputado recebeu R$ 500 mil disfarçados de doação eleitoral, de um total de R$ 1 milhão acordados a Fortes e R$ 1,5 milhão ao ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, para aprovar, na Comissão de Infraestrutura do Senado, da qual era presidente, o limite de endividamento da Transpetro.

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