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Brasília

Inimigos do Brasil

Alguns brasileiros se dizem preocupados com os destinos do país mas preferem agourar do que raciocinar

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A recente declaração do líder do PSDB no Senado, Álvaro Dias, de que "há dois anos o Brasil patina sem sair do lugar, e que não exibe perspectiva confiável de recuperar o ímpeto de crescimento mais à frente", demonstra que a sanha da oposição em criticar por criticar transforma-os em inimigos número um do Brasil.

Enquando investidores e empresários estrangeiros ainda sentem forte atração pela economia brasileira, segundo os grandes jornais internacionais, o senador com certeza compartilha da mesma mesa e do mesmo cardápio daqueles empresários nativos que assustados com o crescimento de 2011 e do primeiro trimestre deste ano, só voltarão a investir após o mercado ferver em demanda novamente.

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No lugar de reconhecerem o esforco do governo em todos os sentidos para imunizar o Brasil contra a crise internacional, eles ladram, atacam e mordem. Inclusive a própria Nação, torcendo contra e encontrando sempre um culpado para investirem menos: alta carga tributária, greves, má infraestrutura, marcos regulatórios confusos, etc.

É necessário paciência e confiança.É patriótico participar sempre.Os resultados de ações para mudar o rumo da economia não costumam aparecer do dia para a noite. Nos últimos dois anos, a queda do crescimento foi influenciada pela conjuntura externa.

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Não é tarefa simples segurar a inflação, garantir a queda dos juros, manter a oferta de empregos, a mais baixa em quase quatro décadas, e garantir um crescimento menor mas com aumento da distribuição de renda.E tudo isso foi feito.

A redução dos juros aconteceu somente depois de uma queda de braços com os bancos para aparecer no consumo. Agora, na produção. O dólar mais valorizado aponta uma estabilidade que capacita as empresas planejarem melhor. A austeridade orçamentária está mantida e desonerações tributárias pontuais estimulam a indústria. É necessário reconhecer .

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Outro ponto que deveria ser analisado pelos inimigos do Brasil é a perspectiva de excepcional desempenho que poderá ter a agricultura brasileira em 2013. Já somos hoje o segundo maior produtor internacional de alimentos, apenas atrás dos EUA,e nossa produção deve levar o país a se tornar o maior fornecedor do mundo nos próximos anos, segundo o estudo "Brasil - Projeções do Agronegócio 2010/11 a 2020/21", do Ministério da Agricultura e Embrapa.

Segundo o IBGE, no segundo trimestre deste ano a maior alta foi registrada pela agropecuária com um crescimento de 4,9%, na comparação com o trimestre anterior.

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Quem produz necessita transportar até o consumidor final, dentro ou fora do país. Atento a este detalhe o governo brasileiro por meio do Programa de Investimentos em Logística prevê duplicar as rodovias brasileiras, aumentar a malha ferroviária de carga; coordenar a integração de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, dando ao Brasil, como diz a presidente Dilma, "uma infra-estrutura do tamanho do Brasil", por meio de investimentos de R$ 133 bilhões, o maior investimento em logística no mundo, se não considerarmos aqueles feitos pela China.Deste montante 80 bilhões serão usados nos próximos 5 anos.

Exemplos deste esforço serão a ligação ferroviária de Açailândia, no Maranhão, ao Porto de Vila do Conde, no Pará, com a integração à ferrovia Norte/Sul, o que permitirá uma economia de 4.500 km de frete para entregar grãos no Porto de Santos; Lucas do Rio Verde, no coração de Mato Grosso, na mais rica fronteira de grãos do país, se ligará por ferrovia a Uruaçu, em Goiás, e de lá para os portos de Vitória ou do Rio de Janeiro; as rodovias BR 163, 267 e 262 permitirão, desde o limite com Mato Grosso, a integração da Grande Dourados, em Mato Grosso do Sul, uma área que produz 5 milhões de toneladas de grãos por ano.

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As previsões positivas do ministro da Fazenda, Guido Mantega devem ser respeitadas. Para ele,a economia brasileira já começou a mostrar aceleração gradual, apesar da crise financeira internacional; o governo já tomou medidas que diminuíram os custos de produção tornando mais vantajoso o investimento e espera-se, inclusive venda recorde do setor automobilístico.

Instituições e especialistas têm previsto um crescimento de 4% ou mais para o próximo ano, ou seja, o que vivemos agora é um período de transição para um crescimento maior.Vamos torcer ao invés de agourar !

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Dep. Chico Vigilante
Líder do Bloco PT/PRB

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