Judiciário faz ‘assédio corporativo’ e pressiona por novo aumento

Em meio a cortes de verbas até da saúde e da educação, a cúpula do Judiciário tenta convencer o Planalto a conceder um aumento de 12% para o segmento; o reajuste teria um impacto de cerca de R$ 12 bilhões nas contas do Tesouro; o ‘assédio’ corporativo visa compensar a suspensão do auxílio-moradia

Sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgamento sobre a restrição ao foro privilegiado.
Sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) para julgamento sobre a restrição ao foro privilegiado. (Foto: Gustavo Conde)

247 - Em meio a cortes de verbas até da saúde e da educação, a cúpula do Judiciário tenta convencer o Planalto a conceder um aumento de 12% para o segmento. O reajuste teria um impacto de cerca de R$ 12 bilhões nas contas do Tesouro. O ‘assédio’ corporativo visa compensar a suspensão do auxílio-moradia.

“Integrantes de entidades que defendem os interesses da magistratura dizem que, hoje, ao menos  6 dos 11 ministros do Supremo são favoráveis à tese de que o auxílio-moradia só deve ser extinto se houver a aprovação de uma compensação que recomponha os salários.

(...)

O ministro Luiz Fux, relator de ação que questiona o auxílio-moradia no STF, estendeu o pagamento do benefício a todos os juízes por meio de liminar e manteve o caso parado em seu gabinete por três anos. Não há data para julgamento no plenário.”

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