Juiz do DF obriga que advogados fiquem de pé diante dele

Uma norma interna decretada pelo juiz José Roberto Moraes Marques, titular da 4ª Vara Cível de Taguatinga (DF), causou desconforto entre os advogados que frequentam o local; um cartaz pendurado na porta da sala de audiências do cartório exige que as partes e os advogados devem se levantar quando o magistrado entrar no recinto; por isso, dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal enviaram um “pedido de providências” para a Corregedoria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) contra o pedido

Uma norma interna decretada pelo juiz José Roberto Moraes Marques, titular da 4ª Vara Cível de Taguatinga (DF), causou desconforto entre os advogados que frequentam o local; um cartaz pendurado na porta da sala de audiências do cartório exige que as partes e os advogados devem se levantar quando o magistrado entrar no recinto; por isso, dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal enviaram um “pedido de providências” para a Corregedoria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) contra o pedido
Uma norma interna decretada pelo juiz José Roberto Moraes Marques, titular da 4ª Vara Cível de Taguatinga (DF), causou desconforto entre os advogados que frequentam o local; um cartaz pendurado na porta da sala de audiências do cartório exige que as partes e os advogados devem se levantar quando o magistrado entrar no recinto; por isso, dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal enviaram um “pedido de providências” para a Corregedoria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) contra o pedido (Foto: Valter Lima)

247 - Uma norma interna decretada pelo juiz José Roberto Moraes Marques, titular da 4ª Vara Cível de Taguatinga (DF), causou desconforto entre os advogados que frequentam o local. Um cartaz pendurado na porta da sala de audiências do cartório exige que as partes e os advogados devem se levantar quando o magistrado entrar no recinto.

Os advogados consideraram a obrigação "um absurdo". Por isso, dirigentes da Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal (OAB-DF) enviaram um “pedido de providências” para a Corregedoria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) contra a 4ª Cível de Taguatinga.

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