Kátia Abreu: Vou defender Dilma até a garganta secar

Ministra da Agricultura no governo Dilma Rousseff, Kátia Abreu promete continuar a defender Dilma, embora seu partido tenha chegado ao poder: "Não tenho nada contra o Michel, mas não concordo com isso que está acontecendo", afirma; "Acredito na defesa dela e vou falar até a garganta secar"; "Estou estudando muito, chamei até um professor de economia para tirar dúvidas. A opinião pública está dividida. Temos que lutar para virar o jogo", conta ela

Ministra da Agricultura no governo Dilma Rousseff, Kátia Abreu promete continuar a defender Dilma, embora seu partido tenha chegado ao poder: "Não tenho nada contra o Michel, mas não concordo com isso que está acontecendo", afirma; "Acredito na defesa dela e vou falar até a garganta secar"; "Estou estudando muito, chamei até um professor de economia para tirar dúvidas. A opinião pública está dividida. Temos que lutar para virar o jogo", conta ela
Ministra da Agricultura no governo Dilma Rousseff, Kátia Abreu promete continuar a defender Dilma, embora seu partido tenha chegado ao poder: "Não tenho nada contra o Michel, mas não concordo com isso que está acontecendo", afirma; "Acredito na defesa dela e vou falar até a garganta secar"; "Estou estudando muito, chamei até um professor de economia para tirar dúvidas. A opinião pública está dividida. Temos que lutar para virar o jogo", conta ela (Foto: Roberta Namour)

247 – Ministra da Agricultura no governo Dilma Rousseff, Kátia Abreu desafiou o próprio partido. Nesta terça (28), ela virou membro da comissão do impeachment do Senado para defender a presidente.

Na estreia, a peemedebista disse que Dilma é vítima de "intolerância" e "incompreensão". Acrescentou que os decretos de crédito suplementar citados no pedido de impeachment também foram editados durante os governos Lula e FHC.

"Estou estudando muito, chamei até um professor de economia para tirar dúvidas. A opinião pública está dividida. Temos que lutar para virar o jogo", conta ela, na coluna de Bernardo Mello Franco.

A senadora promete continuar a defender Dilma, embora seu partido tenha chegado ao poder. "Não tenho nada contra o Michel, mas não concordo com isso que está acontecendo", afirma. "Acredito na defesa dela e vou falar até a garganta secar" (leia aqui).

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