Maia critica previsão de 16 de abril e cobra pagamento antecipado de renda emergencial

“16 de abril não me parece tão emergencial para quem precisa desse recurso”, alfinetou o presidente da Câmara, afirmando que “o governo tem toda a condição” de pagar antes. Previsão de 16 de abril foi dada pelo ministro Onyx Lorenzoni

Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni e Rodrigo Maia
Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni e Rodrigo Maia (Foto: Agência Brasil)
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247 - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cobrou o governo federal para que pague a renda emergencial de R$ 600 aos trabalhadores informais, aprovada no Senado nesta segunda-feira 30, antes da previsão dada pelo ministro Onyx Lorenzoni, da Cidadania.

Segundo Onyx, o salário deve começar a ser pago apenas em 16 de abril. Para Maia, “16 de abril não parece tão emergencial para quem precisa desse recurso”. Segundo ele, “o governo tem toda a condição” de pagar antes.

Nesta tarde, em coletiva de imprensa, o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi questionado se o texto foi uma “novidade” para o governo, uma vez que já vinha sendo debatido no Congresso antes da aprovação de ontem e já poderia estar agindo para acelerar o pagamento.

Guedes alegou “burocracia”, falou em necessidade de saber a “fonte de receita” e condicionou a liberação do recurso da renda básica à aprovação da PEC emergencial na Câmara. “Se o Rodrigo Maia aprovar a PEC em 24 horas, o dinheiro sai em 24 horas”, disse. Depois declarou que o pagamento poderá ser feito antes do dia 16, mas falou em necessidade de cadastro.

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