Mateus Natchergaele puxa Fora Temer no Festival de Brasília e o público delira

O FORA TEMER não ecoou só no Rock in Rio. Na noite inaugural do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o ator Matheus Nachtergaele, depois de arrepiante performance – evocando os candangos (trabalhadores que construíram e povoaram Brasília, e a terra vermelha do cerrado para lembrar os 50 anos de história do mais antigo festival do país) – gritou FORA TEMER e foi acompanhado por coro poderoso

O FORA TEMER não ecoou só no Rock in Rio. Na noite inaugural do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o ator Matheus Nachtergaele, depois de arrepiante performance – evocando os candangos (trabalhadores que construíram e povoaram Brasília, e a terra vermelha do cerrado para lembrar os 50 anos de história do mais antigo festival do país) – gritou FORA TEMER e foi acompanhado por coro poderoso
O FORA TEMER não ecoou só no Rock in Rio. Na noite inaugural do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o ator Matheus Nachtergaele, depois de arrepiante performance – evocando os candangos (trabalhadores que construíram e povoaram Brasília, e a terra vermelha do cerrado para lembrar os 50 anos de história do mais antigo festival do país) – gritou FORA TEMER e foi acompanhado por coro poderoso (Foto: Leonardo Attuch)

FEST BRASILIA 2017 – ANO 50 – O FORA TEMER não ecoou só no Rock in Rio. Na noite inaugural do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o ator Matheus Nachtergaele, depois de arrepiante performance – evocando os candangos (trabalhadores que construíram e povoaram Brasília, e a terra vermelha do cerrado para lembrar os 50 anos de história do mais antigo festival do país) – gritou FORA TEMER e foi acompanhado por coro poderoso.

Foi aplaudido de pé e ao som de potentes gritos de FORA TEMER, FORA TEMER... A plateia do Festival de Brasília, o mais politizado do país, protestou até contra o logotipo da Globo Filmes, quando ele apareceu na imensa tela do Cine Brasília. Depois da homenagem ao CANDANGO e ao Festival, Brasília homenageou três de seus cineastas-produtores-montadores, mortos nos últimos meses: Geraldo Moraes, diretor de A DIfícil Viagem", Manfredo Caldas, de "Romance do Vaqueiro Voador" e Márcio Curi, de "A Última Estação".

Cada um foi lembrado com um pequeno documentário rememorando suas trajetórias dedicadas ao cinema brasileiro e brasiliense. Antes de lembrar os "três candangos adotivos",  o secretário de Cultura e presidente do Festival, o ator Guilherme Reis, anunciou a transferência do Polo de Cinema e Vídeo Grande Otelo de sua (abandonada) sede em Sobradinho, para o Plano Piloto. No amplo espaço destinado ao Polo na cidade-satélite, prometeu o secretário, serão construídas casas populares. A nova sede, que ficará próxima ao Lago Paranoá, ao lado da sede do CCBB-DF (Centro Cultural Banco do Brasil) serão instaladas produtoras, pequenos estúdios, núcleo de produção de cinema de animação, etc.

Depois, os apresentadores, os afinadíssimos Dira Paes & Giuliano Cazarré, convocaram ao palco o grande homenageado da noite, o cineasta Nelson Pereira dos Santos, que fará 90 anos em 2018.  Ele não pôde comparecer, mas foi representado pela neta Mila Chaseliov, filha dos atores Ney Sant'Anna e Ada Chaseliov,  e pelo filho Diogo Dahl Pereira dos Santos. Neta e filho levarão para Nelson a Medalha Paulo Emilio Salles Gomes, entregue por Jean-Claude Bernardet e Vladimir Carvalho. Em seguida, o produtor do curta "Festejo Muito Pessoal", Carlos Augusto Calil, apresentou o filme dirigido por Carlos Adriano durante as comemorações, ano passado, do centenário de Paulo Emilio. E a noite encerrou-se com sessão hors concours de "Não Enterre Meu Coração", terceiro longa-metragem de Felipe Bragança, ambientado na fronteira entre Brasil e Paraguai, e protagonizado pelo ator Cauã Reymond, que subiu ao palco com a equipe do filme.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247