Ministro da Saúde diz que contratos foram cumpridos e nega desvios

 O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirmou nesta segunda (13) que os contratos de publicidade do ministério investigados na operação Lava Jato foram de fato cumpridos, e que eventuais desvios ocorreram em repasses entre entes privados; ele disse que todos os serviços contratados foram prestados de forma adequada; segundo o ministro da Saúde, não há registros de pagamentos feitos pelo ministério às companhias de André e Leon Vargas; Chioro negou que a pasta tenha omitido um encontro de seu antecessor, Alexandre Padilha, com André Vargas e o doleiro Alberto Yousseff para tratar da contratação do Labogen

 O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirmou nesta segunda (13) que os contratos de publicidade do ministério investigados na operação Lava Jato foram de fato cumpridos, e que eventuais desvios ocorreram em repasses entre entes privados; ele disse que todos os serviços contratados foram prestados de forma adequada; segundo o ministro da Saúde, não há registros de pagamentos feitos pelo ministério às companhias de André e Leon Vargas; Chioro negou que a pasta tenha omitido um encontro de seu antecessor, Alexandre Padilha, com André Vargas e o doleiro Alberto Yousseff para tratar da contratação do Labogen
 O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirmou nesta segunda (13) que os contratos de publicidade do ministério investigados na operação Lava Jato foram de fato cumpridos, e que eventuais desvios ocorreram em repasses entre entes privados; ele disse que todos os serviços contratados foram prestados de forma adequada; segundo o ministro da Saúde, não há registros de pagamentos feitos pelo ministério às companhias de André e Leon Vargas; Chioro negou que a pasta tenha omitido um encontro de seu antecessor, Alexandre Padilha, com André Vargas e o doleiro Alberto Yousseff para tratar da contratação do Labogen (Foto: Valter Lima)
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247 - O ministro da Saúde, Arthur Chioro, afirmou nesta segunda-feira (13) que os contratos de publicidade do ministério investigados na operação Lava Jato foram de fato cumpridos, e que eventuais desvios ocorreram em repasses entre entes privados. 

O Ministério Público Federal aponta que produtoras subcontratadas pela agência Borghi Lowe, que mantém um contrato com o Ministério da Saúde, repassaram dinheiro a companhias que tinham como sócios o ex-deputado petista André Vargas (atualmente sem partido) e Leon Vargas, irmão dele. Após a denúncia vir a público, o governo suspendeu os pagamentos à agência e às quatro fornecedoras.

Chioro, entretanto, disse que todos os serviços contratados foram prestados de forma adequada. "O levantamento preliminar mostra 27 produtos efetivamente apresentados e atestados pela equipe técnica do Ministério da Saúde. Portanto, eles não são invenções. Eles foram efetivamente prestados, dentro da legalidade do contrato", afirmou.

Também segundo o ministro da Saúde, não há registros de pagamentos feitos pelo ministério às companhias de André e Leon Vargas. "As empresas dos irmãos Vargas não aparecem em nenhuma documentação, em nenhuma nota, em nenhum contrato que o ministério tenha com a Borghi ou outras contratadas", disse o ministro. "Se houve foi de privado com outro ente privado", afirmou o ministro.

O ministro também negou que a pasta tenha omitido um encontro de seu antecessor, Alexandre Padilha, com André Vargas e o doleiro Alberto Yousseff para tratar da contratação do laboratório de fachada Labogen. "Nós jamais omitiríamos qualquer informação ao juiz, ao Ministério Público ou à Polícia Federal", disse. De acordo com ele, o encontro não foi registrado pelas agendas oficiais, e por isso sua gestão não poderia repassar qualquer informação sobre o tema. 

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