Ministro do STJ nega suspensão da prisão de Lula

O ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou nesta terça-feira, 12, pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para atribuir efeito suspensivo a um recurso especial apresentado contra a condenação do petista no caso do triplex de Guarujá; em sua decisão, Fischer destacou que o recurso especial apresentado perante o TRF-4 ainda não chegou ao STJ e aguarda manifestação do Ministério Público Federal

O ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou nesta terça-feira, 12, pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para atribuir efeito suspensivo a um recurso especial apresentado contra a condenação do petista no caso do triplex de Guarujá; em sua decisão, Fischer destacou que o recurso especial apresentado perante o TRF-4 ainda não chegou ao STJ e aguarda manifestação do Ministério Público Federal
O ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou nesta terça-feira, 12, pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para atribuir efeito suspensivo a um recurso especial apresentado contra a condenação do petista no caso do triplex de Guarujá; em sua decisão, Fischer destacou que o recurso especial apresentado perante o TRF-4 ainda não chegou ao STJ e aguarda manifestação do Ministério Público Federal (Foto: Aquiles Lins)

Agência Brasil - O ministro Felix Fischer, relator da Lava Jato no Superior Tribunal de Justiça (STJ), decidiu hoje (12) rejeitar mais um pedido feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Desta vez, o ministro negou pedido para que Lula seja solto e aguarde em liberdade até que o tribunal julgue o recurso contra a condenação. Ao decidir o caso, Fischer entendeu que o recurso protocolado não tem o poder de suspender a sentença.

Lula está preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba desde o dia 7 de abril, por determinação do juiz Sérgio Moro, que ordenou a execução provisória da pena de 12 anos e um mês de prisão pelo crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso do tríplex em Guarujá (SP).

A defesa do ex-presidente alegou no STJ que Lula é pré-candidato à presidência da República e pode ter seus direitos políticos cerceados em função da proximidade das eleições.

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