No DF, cooperativas de transporte adiam greve

Trabalhadores de micro-ônibus do Distrito Federal resolveram não entrar em greve; em reunião realizada no início entre representantes do Sindicato dos Rodoviários e da Associação das Cooperativas de Transporte, a categoria entendeu que é necessário prazo maior a fim de buscar solução para o pedido de reajuste salarial dos funcionários de 20%; um novo encontro está agendado para às segunda-feira (29)

Trabalhadores de micro-ônibus do Distrito Federal resolveram não entrar em greve; em reunião realizada no início entre representantes do Sindicato dos Rodoviários e da Associação das Cooperativas de Transporte, a categoria entendeu que é necessário prazo maior a fim de buscar solução para o pedido de reajuste salarial dos funcionários de 20%; um novo encontro está agendado para às segunda-feira (29)
Trabalhadores de micro-ônibus do Distrito Federal resolveram não entrar em greve; em reunião realizada no início entre representantes do Sindicato dos Rodoviários e da Associação das Cooperativas de Transporte, a categoria entendeu que é necessário prazo maior a fim de buscar solução para o pedido de reajuste salarial dos funcionários de 20%; um novo encontro está agendado para às segunda-feira (29) (Foto: Leonardo Lucena)

Ádamo Araujo, da Agência Brasília - Trabalhadores de micro-ônibus do Distrito Federal resolveram não entrar em greve na quinta-feira (25). Em reunião realizada no início da noite desta terça-feira (23), entre representantes do Sindicato dos Rodoviários e da Associação das Cooperativas de Transporte, a categoria entendeu que é necessário prazo maior a fim de buscar solução para o pedido de reajuste salarial dos funcionários de 20%.

Um novo encontro está agendado para as 17 horas de segunda-feira (29), quando Poder Executivo, empresários e trabalhadores voltarão à mesa de negociações a fim de chegar a uma alternativa que termine com o impasse entre as partes. "O governo se compromete desde já a realizar a análise da situação dos problemas das cooperativas", afirma o secretário de Mobilidade, Carlos Tomé.

De acordo com o advogado da associação, Wagner Pereira, os patrões esperam uma posição do governo de Brasília em relação à possibilidade da concessão de subsídio para a tarifa pública — valor pago pelo passageiro. "Nós nos reunimos com a Secretaria de Mobilidade durante a manhã e o secretário Carlos Tomé prometeu estudar a viabilidade e a legalidade orçamentária para a criação desse aporte financeiro", destaca.

Nenhum dos diretores, assessores ou o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Jorge Farias, foi encontrado para comentar a deliberação. Apenas comunicaram que foi "adiada a decisão de greve nas cooperativas" na página do sindicato no Facebook.

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