Para evitar guerra com Judiciário, Planalto quer Renan longe da CCJ

 Para evitar uma guerra como  Judiciário, o Planalto quer que Renan Calheiros assuma a liderança do PMDB no Senado, e não a toda-poderosa CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), quando deixar a presidência da Casa em fevereiro de 2017; como a CCJ sabatina juízes e procuradores indicados pelo governo, por exemplo, auxiliares de Michel Temer receiam que o aliado use o órgão para seguir em guerra com parte do Judiciário, tumultuando a cena

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa extraordinária. À mesa, em pronunciamento, presidente do Senado Federal, senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa extraordinária. À mesa, em pronunciamento, presidente do Senado Federal, senador Renan Calheiros (PMDB-AL). Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado (Foto: Giuliana Miranda)
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247 - Para evitar uma guerra como  Judiciário, o Planalto quer que Renan Calheiros assuma a liderança do PMDB no Senado, e não a toda-poderosa CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), quando deixar a presidência da Casa em fevereiro de 2017. Como a CCJ sabatina juízes e procuradores indicados pelo governo, por exemplo, auxiliares de Michel Temer receiam que o aliado use o órgão para seguir em guerra com parte do Judiciário, tumultuando a cena.

As informações são da coluna Painel da Folha de S.Paulo. 

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