Pinato deixa Conselho de Ética, o que favorece Cunha

O deputado federal Fausto Pinato (PP-SP) renunciou nesta quarta (13) a sua vaga no Conselho de Ética da Câmara; o movimento pode abrir espaço para uma virada de Cunha que, na fase de apreciação do relatório preliminar, foi derrotado por uma margem apertada –11 a 9; Pinato foi substituído por Tia Eron (PRB-BA), ligada à Igreja Universal; "Creio que ela seguirá o relator, se fizerem diferente será um absurdo, um tiro no pé. Existem provas absurdas", disse ele

O deputado federal Fausto Pinato (PP-SP) renunciou nesta quarta (13) a sua vaga no Conselho de Ética da Câmara; o movimento pode abrir espaço para uma virada de Cunha que, na fase de apreciação do relatório preliminar, foi derrotado por uma margem apertada –11 a 9; Pinato foi substituído por Tia Eron (PRB-BA), ligada à Igreja Universal; "Creio que ela seguirá o relator, se fizerem diferente será um absurdo, um tiro no pé. Existem provas absurdas", disse ele
O deputado federal Fausto Pinato (PP-SP) renunciou nesta quarta (13) a sua vaga no Conselho de Ética da Câmara; o movimento pode abrir espaço para uma virada de Cunha que, na fase de apreciação do relatório preliminar, foi derrotado por uma margem apertada –11 a 9; Pinato foi substituído por Tia Eron (PRB-BA), ligada à Igreja Universal; "Creio que ela seguirá o relator, se fizerem diferente será um absurdo, um tiro no pé. Existem provas absurdas", disse ele (Foto: Valter Lima)

247 - O deputado federal Fausto Pinato (PP-SP) renunciou nesta quarta-feira (13) a sua vaga no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. O movimento pode abrir espaço para uma virada de Cunha que, na fase de apreciação do relatório preliminar, foi derrotado por uma margem apertada –11 a 9.

Pinato disse que não se sentia à vontade de permanecer na vaga que cabe ao PRB no colegiado após ter mudado para o PP. Ele foi substituído por Tia Eron (PRB-BA), ligada à Igreja Universal. Pinato afirma acreditar que a deputada seguirá a posição que ele manteve em seu relatório, contrária à Cunha.

"Creio que ela seguirá o relator, se fizerem diferente será um absurdo, um tiro no pé. Existem provas absurdas", disse.

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